1. PAPAI PROVOU E GOSTOU


    Encontro: 29/12/2016, Categorias: Incesto, Autor: marinna, Fonte: ContoErotico

    Papai não é flor que se cheire. Desde que completei dezoito anos e meus seios começaram a aflorar e meu corpo a tomar formas femininas, não deu mais sossego. Queria me espionar o tempo inteiro. Passava as horas de folga me vigiando. Queria me ver despida. Sua fantasia era me ver nua. Não entendia o porquê do meu físico não ser de um homem. Nasci homem num corpo de mulher. Começou a ter fantasias eróticas com gays até que um dia chegou minha vez. Foi em uma tarde de sol quente quando resolveu aproveitar a folga no trabalho e me convidou para um passeio no campo. Levei meus trajes de banho, caso tivesse algum lugar para dar um mergulho, alguma coisa para beber e comer e fomos. Na ocasião, eu usava um short de malha curto, deixando à vista toda a exuberância de minhas coxas muito bem torneadas e atraentes. O velho não tirava os olhos das minhas pernas. Apesar de tentar disfarçar de todas as formas, era impossível prestar atenção somente na estrada. Estava encantado com a possibilidade de me ver se biquíni com o corpo molhado e bronzeado ao seu inteiro dispor. Ideias eróticas começaram a tomar forma em minha mente. Sexo com meu pai era a última coisa que pensei acontecer. Mas naquele momento, aquela cobiça de ser possuída pelo meu próprio pai foi mais forte que as inclinações imaculadas. O lugar era deslumbrante. Uma paisagem deliciosa, típica de quem curte a natureza. Estendemos um pano de mesa no chão, espalhamos as bebidas, salgados e frutas e enquanto ele se deliciava com ...
    uma cerveja estupidamente gelada, vesti meu biquíni e fui para a água. Sentei debaixo da queda d´água e pude observar o quanto meu pai me comia com os olhos. Estava inquieto. Parecia querer me devorar tal a excitação que sentia. Bebia a cerveja em goles rápidos, parecendo querer embriagar ou tomar coragem para possuir o filho homossexual. Aproximei com a desculpa de pegar uma fruta e ele me segurou pelo braço. Não pôde conter seus anseios. Estava com o pênis roçando a cueca. Apesar de ter imaginado aquele corpo de todas as formas, jamais acreditou ser tão perfeito e sensual. Balbuciou palavras inaudíveis em meus ouvidos, lambendo minhas orelhas e minha nuca. Acariciou meus seios com a ternura de um pai que estava prestes a cometer o pecado do incesto. Não teve preconceitos ao me ver totalmente entregue aos seus caprichos. Abocanhou com vontade meus seios carnudos, as tetas rígidas, esperando por caricias, apalpou minhas nádegas carnudas e firmes e tirando o instrumento de dentro do bermudão, pediu que eu desse a ele todo o prazer que mamãe já não dava. Não tive como negar. Ajoelhei em sua frente e meti de uma vez o membro na boca fazendo com ele rolasse de um lado para o outro. Mordi, lambi, beijei, fiz círculos com a língua na cabeça grossa e ereta até engasgar com a saliva que despendia das minhas glândulas salivares. Nunca imaginei que meu pai tivesse um pênis tão avolumado. Não era grosso, mas era de um tamanho assustador. Entrava e saia de minha boca com a velocidade do ...
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