1. Eu e Mamãe – Parte 7


    Encontro: 28/12/2016, Categorias: Com Fotos, Incesto, Autor: amlaec, Fonte: ContoEroticoComBr

    Acordei pela manhã, com o sol batendo na janela e clareando o quarto. Minha mãe dormia docemente. Removi o fino lençol que cobria seu corpo e me foi revelado uma bunda enorme, como antes eu nunca havia notado. Uma perna recolhida, deixava sua buceta carnuda em evidência. Passei suavemente a mão sobre sua bunda. Ela acordou com um sorriso nos lábios. – Bom dia, filho. Que gostoso ser acordada assim. Fazia tempo que isso não acontecia. – falou docemente. – Pode melhorar ainda mais, se quiser. – respondi. – É mesmo? E como isso pode acontecer? – questionou, entrando na brincadeira. Mostrei meu pau já enrigecido. Sorrindo, afastou as pernas, deixando sua buceta bem escancarada. Coloquei meu pau na entrada e fui deslizando para dentro, suavemente. Um gemido gostoso ela deixou escapar. Suas mãos me abraçaram forte e enquanto eu a penetrava, ela resmungava coisas que a muito tempo deviam estar escondidas. – Vai, filho. Fode minha bucetinha. Enche ela de porra logo pela manhã. Mete gostoso. Mete sempre que você quiser. – ela dizia. Cadenciei os movimentos até não conseguir mais segurar. Avisei que iria gozar. Ela me olhou bem fixo nos meu olhos e aceitou todo meu leite dentro da buceta. Que gozada gostosa! Tendo acabado minhas forças, deitei ao seu lado. Peguei sua mão e a levei na buceta, indicando que eu queria vê-la se masturbar. Sem precisar dizer uma palavra sequer, ela entendeu o recado e passou a se siriricar. Aproveitei para dar umas boas mamadas naqueles seios suculentos. Em ...
    poucos segundos ela avisou que iria gozar gostoso para mim. E foi assim. Retesou o corpo todo, acelerou os movimentos no grelinho e com um gemido alto, se acabou no gozo. Tive até que por minha mão sobre sua boca, pois certamente as meninas iriam ouvir ela gemendo daquele jeito. Em agradecimento por tê-la feito gozar logo pela manhã, prometeu-me que quando eu quisesse transar, que a procurasse. Estaria sempre pronta para trepar comigo. – Vamos agora. Levante-se. Senão as meninas vão acabar entrando aqui e nos ver desse jeito. – pediu. – A porta está trancada, lembra? – retruquei. – Por isso mesmo. Já nos arriscamos demais essa madrugada e agora a pouco. Sua irmã não é boba. Ela vai acabar percebendo alguma coisa, caso a gente não se cuide. – orientou. Concordando plenamente com ela, saltei da cama e coloquei a roupa. Ela também, enrolou-se numa toalha e foi ao chuveiro. Minha irmã não havia levantado ainda e isso indicava que o que havia acontecido lá no quarto, estava seguro, pois as meninas continuavam dormindo. Para confirmar, fui ao quarto dela, pois fica parede com o quarto de mamãe. Abri a porta muito lentamente para não fazer barulho. Vi as duas dormindo ainda. Só que algo me chamou a atenção. Pude ver que minha irmã estava bem abraçadinha com a Simone e o lençol cobria apenas a parte de baixo do corpo delas, deixando as costas da mana aparecendo totalmente. A tentação de entrar e ver mais de perto ficou grande. Resisti a princípio, mas não consegui evitar. Pé ante pé ...
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