1. Cunhada dos sonhos – parte 2


    Encontro: 26/12/2016, Categorias: Incesto, Autor: shreksp37, Fonte: ContoEroticoComBr

    Para quem ainda não leu, sugiro ler a primeira parte do conto para entender meu “drama”. Depois daquele dia do metrô, ficamos alguns dias sem nos encontrarmos. Isso era normal, pois apesar de morarmos perto, tínhamos nossas famílias, trabalhos, ocupações, etc. Além disso, nunca tivemos muita amizade. Mas nesses dias seguintes, estava tudo diferente. Eu estava ansioso, querendo que chegasse o dia de vê-la novamente. Queria saber como seria tratado. Se ela daria algum sinal do que havia rolado. Nem preciso dizer que varias vezes me masturbei pensando nela, imaginando diversas situações, mas me deliciando com aquela bunda grande, durinha e gostosa dos meus sonhos. Eu estava ficando louco! Na hora da foda com minha esposa, fechava os olhos e era a minha cunhada Claudia que eu imaginava. Na minha imaginação, era a bunda dela que eu apertava…era a buceta dela que eu chupava com gosto… era pensando nela que eu gozava sem limites. Mas tinha que voltar á realidade. Tinha que colocar a cabeça no lugar e entender que ela era uma pessoa séria, que nunca tinha dado a entender nada no que diz respeito a esse tipo de aventuras. Bem…certo sábado, fomos convidados a um churrasco na casa da Claudia. Claro que fiquei ansioso. Obvio que minha mente viajava longe. Mas tinha que me conter. Tenho minha família, filhos, ela tbm. Não poderia estragar a vida dela com algum ato impensado. Resolvi esfriar a cabeça. Fiquei no churrasco a maior parte do tempo com os homens, falando besteira, rindo, ...
    bebendo…E as mulheres em outra parte da casa. Vez ou outra eu a procurava com os olhos. Mas desde o momento em que cheguei em sua casa ela estava absolutamente normal. Nenhum sinal de que lembrava o que tinha se passado entre a gente. Em determinada momento, perto do fim da noite, depois de muitas cervejas, apareceu aquela vontade de ir ao banheiro. Procurei o banheiro que estava ocupado. O marido da Claudia, meu cunhado, me recomendou que eu usasse o banheiro de cima do sobrado. Foi o que fiz. Me aliviei e quando estava voltando para baixo, ouvi, do quarto ao lado, a Claudia me chamar. Apareci na porta do quarto e ela estava sentada, na frente do computador, e me perguntou se eu sabia como mandar um arquivo grande por email. Aproveitei da situação e fui para trás dela, com a desculpa de olhar o monitor. Mas ali, sozinhos, não tive como evitar lembrar daquele dia do metrô. Fui me aproximando bem devagar para sentir o cheiro daquele cabelo e bem devagarzinho, quase “sem querer”, encostando minha mão em seus ombros. Isso sem parar de conversar normalmente sobre o e-mail… Certa hora, aproximei mais meu rosto da orelhinha dela e pedi para ela entrar em determinado site. Percebi que ela se arrepiou no momento. Não me mexi…continuei ali. Aqueles segundos de tanta proximidade pareciam horas! Estávamos mudos… Eu conseguia sentir seu cheiro, seu calor, sua respiração. Não conseguia mais pesar em nada. Foi quando ela virou o rosto em minha direção, me olhou nos olhos e sem falar nada, me ...
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