1. Sacanagem em Família XVI


    Encontro: 26/12/2016, Categorias: banheiro, Grupal, caminhoneiro, tio e sobrinho, Incesto, Pai e Filho, Gays / Homossexual, Gays / Homossexual, Autor: Pedro, Fonte: CasadosContos

    Paulo me deixara em casa. Tomei banho e gozei me imaginando no lugar de Julio. Quantas vezes por semana, melhor, quantas vezes por dia eles transavam? E aquela fazenda! Era enorme e deveriam ter transado nela toda… não conseguia parar de pensar que enquanto eu estava em casa, ou na aula, ou dormindo, aqueles dois estava transando em algum lugar escondido. Minha mãe chegou pouco depois de mim e foi preparar o jantar. Recebera uma mensagem do Luis dizendo que já havia chego na cidade e que sairia no dia seguinte na hora do almoço. À mesa do jantar, quase não ouvia o que minha mãe dizia. Estava tentando pensar em um uma desculpa para passar a noite fora de casa. Claro, eu podia apelar para um dos meus amigos, mas aí então teria que inventar outra desculpa para dar a eles, e a coisa toda perigava dar muito errado. Podia, pensei, dizer que iria visitar o tio Paulo, mas então era capaz de ela propor ir comigo. E também não teria como despistá-lo. Fiquei matutando enquanto ela retirava a louça suja e começava a lavar na pia, eu ajudando-a em silêncio a secar. Já no finalzinho do trabalho, quando já estava desistindo e aceitando a derrota, a luz brilhou sobre a situação. - Filho, as meninas (ela se referia assim às amigas que eu não fazia ideia de quem fossem) estão marcando de descer a serra amanhã, o que você acha? - Hum… pensei um pouco e então perguntei – voltam quando? - Domingo à noite. A Patrícia tem uma casa de uns parentes lá. Vamos aproveitar esse calorzão… e aí, vamos? ...
    Óbvio que eu não iria. Fiz um charme, disse para elas irem tranquilas que eu me cuidava, minha mãe quase desistiu pela “culpa” de me deixar mais uma semana sozinho em casa, mas no fim acabou cedendo e foi para o quarto arrumar as malas e eu para o meu. “Tudo certo para amanhã. Passa me pegar?” enviei. Admito que a transa com meu tio e meu primo havia tirado a Luis da minha mente, mas a mensagem dele acendeu meu tesão pela viagem. Aparentemente, eu não era o único que estava aceso. Cinco minutos depois ele me respondeu dizendo que me esperaria na esquina. Esperei ter certeza de que minha mãe estava dormindo antes de trancar a porta e começar a diversão da noite. Teria dois dias de transa, é verdade, mas ainda assim… Acordei cedo para me despedir da minha minha. Quando ela saiu, voltei para o meu quarto e comecei a arrumar minhas coisas. Numa mochila, coloquei uma calça, uma blusa, um par de meias e um chinelo. Não me dei ao trabalho de colocar cuecas. Comi e fui tomar banho. Vesti um tenis, uma bermuda jeans, uma camisa polo e boné. Esperei ansioso pelo horário marcado e faltando cinco minutos, tranquei a casa e subi a rua. Na esquina parado estava o mesmo caminhão do outro dia, agora parecendo carregado. Os vidros estavam levantados mas não escondiam nada demais lá dentro – era semana e a rua estava levemente movimentada. Luis usava bermuda de futsal e só, literalmente, uma vez que o volume no colo dele foi aumentando enquanto eu me ajeitava no banco. - Pronto, então? - ele ...
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