1. Meu primeiro cabacinho


    Encontro: 21/12/2017, Categorias: Virgens, Autor: Juvenal de Aguiar Penteado Neto, Fonte: ContoEroticoComBr

    Saímos pela fazenda com a Rosa e a Maria. Fizemos todo tipo de sacanagem que já tínhamos descoberto. O meu primo comeu o cuzinho das duas muitas vezes. Era chupado e tinha aprendido chupar as bucetinhas. Era a única experiência que eu não tinha feito. No 2º dia na fazenda, eu já tentava tirar o cabacinho das bucetinhas. As meninas tinham medo da dor e falavam que sairia sangue. Eu e o meu primo ficávamos insistindo até que no 3º dia a Maria falou: – Bom eu vou deixar, se doer, você para. Prometi: – Farei devagar e com muito carinho, se você não quiser a gente para. A Maria pediu que a Rosa e o meu primo fossem namorar em outro lugar. Queria dar, mas tinha vergonha. Meu primo até insistiu. Queria ver para fazer o mesmo com a Rosa. Não teve jeito, ou saíam de perto ou nada aconteceria. Meu primo e sua namorada se afastaram. A Maria me pediu: – Primeiro quero chupar você e quero que me chupe. Meu corpo era maior do que o dela. Coloquei-a sobre mim. Começamos as chupadas. Eu após alguns minutos coloquei o dedo no cuzinho dela. Isto já tinha feito muitas vezes. Meu pinto ...
    parece que estava maior e mais grosso. Nós viramos no estilo frango assado e forcei a entrada. Rosa estava com a bucetinha toda melada. Começamos a nos beijar e ao mesmo tempo eu forçava a entrada. Maria ajudava com a sua mão quando escapava. Acho que durou no máximo dois minutos, quando ouvi um grande gemido e senti que meu “Pinto” entrou inteiro na bucetinha. Nós nem percebemos que o cabaço foi para o espaço, a vontade era tanta e o “pau”, ainda não era tão grande, tinha apenas doze centímetros. Ela dizia que estava doendo, mas que eu tinha que continuar. Foi questão de mais dois minutos e começamos a dança mais antiga da humanidade. Eu sentia que estava doendo pela cara que a Maria fazia, mas em seguida mostrou uma cara de prazer. Ficamos contentes. Nós transamos durante mais de vinte minutos. Até que senti a primeira tremedeira de uma mulher. A Maria e eu, nem sabíamos o que estava acontecendo. A menina tremia, chorava, e ao mesmo tempo soltava um líquido misturado com o sangue do cabacinho. Sei que fiquei muito contente. Era de fato o “MEU PRIMEIRO CABACINHO”.
«1»