1. Minha irmã separada…


    Encontro: 21/12/2017, Categorias: Incesto, Autor: doido-sx, Fonte: ContoEroticoComBr

    Separado, morando só, sem filhos… O trabalho fez com que eu me mudasse para Brasília. Uma que outra mulher de vez em quando, eu andava muito calmo, saindo pouco, indo pouco para a caça. Foi quando Eliana, minha irmã mais nova, me telefonou. Tenho 52 anos e ela 45. Uma coroa bonita, eu diria. Casada com um juiz, sem filhos, ela havia se separado e me perguntou se poderia passar uns dias comigo em Brasília. Concordei na mesma hora. Ela chegou dois dias depois. Eu a busquei no aeroporto e fomos para o meu apartamento. Ela não me parecia muito bem, depois de se separar do juiz. Sei que uma separação é sempre um abalo, mas eu, como bom irmão, estava ali para escutar os desabafos dela e para ajudar ela a se reerguer na vida. Passamos dois dias passeando por Brasília, que ela não conhecia ainda. Mostrei a ela os monumentos e lugares da cidade. Saíamos para jantar, voltávamos para casa e eu escutava ela chorar baixinho antes de dormir. Eu estava esperando ela me contar o que havia acontecido. No terceiro dia, um sábado, acordei, tomei um banho e fui para a cozinha, comer alguma coisa. Pouco depois ela acordou e se juntou a mim. Começamos a conversar e finalmente o assunto mudou para o casamento dela. Ela me disse que havia descansado naqueles dias e estava com os pensamentos calmos e serenos. Quando a conversa se tornou mais específica sobre a separação dela, ela finalmente confessou as razões. O marido, seja por quais razões fossem, já não a procurava mais na cama havia muito ...
    tempo. Minha irmã é uma mulher bonita, bem cuidada, apesar de não ser mais uma menina. Eu não resisti e disse que, se ela fosse minha mulher, não teria descanso em nenhuma noite. Ela me perguntou sobre os meus casamentos, como eram, o que fazíamos… Comecei a contar histórias dos meus casamentos anteriores, que eu já publiquei aqui. Eu e ela não tínhamos muita intimidade nestes anos todos, mas contei com todos os detalhes que ela perguntou tudo aquilo que já havia me acontecido em termos sexuais durante os anos de casado que tive. Pouco a pouco, a minha irmãzinha chorosa foi se transformando em uma mulher alerta, escutando minhas histórias com toda a atenção e perguntando cada vez mais detalhes. Era visível que estávamos cada vez mais excitados, eu contando histórias e ela escutando. Aos poucos, fui imaginando como seria comer a minha irmã, mas não tomei nenhuma iniciativa. Já ela, de repente me perguntou se era verdade uma coisa que eu disse. “Que coisa?”, perguntei. “Quero saber se é verdade que tu me comeria todas as noites se eu fosse tua mulher.” Não respondi. Apenas me inclinei sobre ela e a beijei com paixão e tesão. Aí virou loucura total. Abracei aquele corpo gostoso, que se mexia colado ao meu. Passei as mãos na bunda dela, o que fez com que ela gemesse. Beijava a boca e o pescoço dela; de vez em quando enfiava a língua na orelha dela, que se encostava em mim o mais que podia, gemendo e arfando. A levei para o quarto, sem jamais me desgrudar daquele corpão. Chegando lá, a ...
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