1. Putinha dos rapazes da república XI


    Encontro: 20/12/2017, Categorias: Milf, Virgindade, Infidelidade, Traição / Corno, prostituta, Anal, Oral, Heterossexual, Autor: jornalista77, Fonte: CasadosContos

    Luís Carlos alugou um carro e saiu, sem rumo, pela cidade. Ao seu lado, uma garrafa de uísque já pela metade. Como não conhecia a cidade, acabou se perdendo e foi parar em uma área da periferia, onde havia muitas garotas fazendo programa. Parou o carro em um sinal e tomou um susto com alguém batendo no vidro. - Quer se divertir, amor? - ele olhou e viu uma mulher negra de uns 30 anos, um pouco gordinha, usando uma saia minúscula e um sutiã que mal cobria seus fartos peitos. Luís perguntou o preço e falou que entrasse. - Qual seu nome, amor? - e ele respondeu. - Prazer. Sou Natacha - informou. A puta indicou um terreno baldio onde eles poderiam brincar. Enquanto Luís dirigia, Natacha colocou a mão em sua coxa e sentiu que ele não estava excitado. - Tem alguém dormindo aqui dentro, mas não se preocupe que eu sei como acordá-lo, amor - disse ela. Luís parou o carro no local indicado e desligou o motor. Natacha se ajeitou no banco e abriu sua calça, puxando o pau pra fora. Começou a massageá-lo e ele endureceu um pouco. Ela, então, colocou uma camisinha e iniciou o boquete. Natacha o chupou por quase dez minutos e nada de fazê-lo gozar. Ao contrário, o pau havia murchado. Frustrada, levantou a cabeça e viu seu cliente chorando. Ela se assustou e disse que estava tudo bem. - Isso acontece, amor. Não vou cobrar - falou. - Eu sou um merda de homem. Acabei de saber, pelo meu filho de quatro anos, que minha mulher tava trepando com um tal de Mateus e agora eu brocho com uma vadia. ...
    Se eu não sirvo pra comer nem uma puta, eu mereço mesmo ser corno - falou e bebeu mais do uísque, no gargalo. Natacha, em vez de ter medo ou ir embora, se condoeu e tirou a garrafa da mão dele. - Isso não vai ajudar, amor. Nunca ajudou ninguém. Vamos fazer o seguinte: a noite hoje tá parada, vamo pra minha casa. Eu faço um café, você descansa, se acalma e a gente conversa - Natacha assumiu um ar quase maternal com ele. Chegaram à casa dela, em uma vila simples do subúrbio. Entraram e Luís viu uma senhora dormindo no sofá. - É minha mãe. Ela cuida do meu bebê pra eu trabalhar - disse ela. A casa tinha dois quartos, o dela e o do filho, um garotinho de dois anos que dormia profundamente. - Meu anjinho. A razão da minha vida - babou a mãe. Natacha fez o café que prometera e levou Luís ao seu quarto. Sentaram-se na cama e começaram a conversar. - Eu vinha desconfiando que ela tinha outra pessoa, mas nunca tive certeza. Ou talvez tivesse e faltava coragem pra confrontá-la. Aí hoje liguei pra casa e ninguém atendeu. Liguei pro celular dela e meu filho atendeu. Falou que a mãe tava tomando banho com o 'tio Mateus'. Ou seja, ele conhece o filho da puta e é íntimo pra chamá-lo de tio. Meu chão se abriu e eu comecei a cair em queda livre. Peguei o carro, o uísque e saí sem rumo. Talvez querendo ser preso ou me tacar em uma árvore e acabar logo com essa dor terrível que eu tô sentindo - a voz de Luís Carlos saía embargada pelo choro, que retornara. - Se matar não vai adiantar nada. Vai ...
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