1. O Brutamontes que eu conheci dividindo o apê! Parte 4


    Encontro: 20/12/2017, Categorias: Romance, Conversa, Gays / Homossexual, Gays / Homossexual, Autor: Augusto, Fonte: CasadosContos

    Galera, muito feliz que estejam gostando. Não vou ficar enrolando aqui com os agradecimentos, faço isso no final. Segue a continuação... Sergio estava apoiado em meus ombros, acompanhei ele até o quarto que se jogou na cama. Peguei uma coberta e joguei em cima, quando sinto ele me puxando pra um abraço. Sergio: Cara obrigado pela noite de hoje. Disse ele encostando sua boca em meu ouvido. Senti um arrepio ao ouvir aquilo, que sai fora do controle e acabei dando-lhe um beijo. Fui correspondido nos primeiros segundos, mas levei um empurrão que cambaleei e cai no chão. Sergio: Caralho qual o seu problema? Ta maluco meu irmão ? Fui atirado com certa brutalidade no chão, Sergio era forte fiquei caído ali no chão imóvel não estava raciocinando direito. Estávamos sobre efeito do álcool tanto eu quanto ele. Caio: Me desculpa não sei o que deu em mim... Mal terminei de falar vi aquele brutamontes por cima de mim, fiquei sem forças na hora achei que iria apanhar ali mesmo. Sergio: Você ta querendo abusar de mim aqui? Eu estou bêbado mas ainda estou aqui porra. Engoli seco, afinal achei que ele estivesse me olhando diferente, mas acho que me enganei, não iria adiantar eu falar algo, iria soar como desculpa. Caio: Você achou que eu iria querer abusar de você? Um cara tosco... Vai tomar no seu cu seu merda, ta se achando demais. O incrível é que na hora que veio falar no meu ouvido encostando no meu pescoço podia né? Deveria ter me calado enquanto era tempo, mas mal terminei de cuspir ...
    as palavras senti um soco atingir minha boca. Sergio: Pega suas coisas e some daqui. Disse Sérgio meio mole com as palavras. Aquele soco acabou que cortando minha boca, mas o efeito do álcool era tanto que não senti nada, apenas cuspi o sangue me apoiei na penteadeira do seu quarto e com o resto de forças que tinha me levantei. Caio: Você é tão podre, se realmente fosse o macho que diz ser não estaria fazendo tudo isso. Um verdadeiro babaca... Dei as costas sai do seu quarto encostei a porta e fui até a cozinha, peguei minha carteira e o celular abri a porta e fui a caminho do elevador. Fiz errado em beijar ele, mas em nenhum momento a intenção foi em abusar dele por estar bêbado, afinal ambos estávamos bêbados. Nunca senti algo tão forte igual estava sentindo por Sergio naquele momento, acho que no fundo sempre soube o que realmente eu era o que eu queria. Foi diferente beijar um cara, sua boca era quente, estava com um gosto amargo e por rápidos segundos fui correspondido. Diferente de beijar Beatriz, algo sem desejo, sem vida, em gosto e muito menos empolgação. O elevador chegou até meu andar, sai com a roupa do corpo e fui até a portaria. Sr Zé: Aconteceu algo Filho? Caio: Não. Está tudo bem. Disse tentando disfarçar. Sr Zé: Sua boca está cortada, precisa lavar isso rapaz. Caio: Não é nada, o senhor pode por favor chamar um táxi? Sr Zé: Claro. Caio: Obrigado. Sr Zé: O Táxi chega em cinco minutos, pega essa garrafa de agua lava essa boca. Peguei a garra, fiz um bochecho e ...
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