1. A curiosa (conto vip)


    Encontro: 20/12/2017, Categorias: Com Fotos, Virgens, Autor: Telson, Fonte: ContoEroticoComBr

    Meu pai, um delegado rigoroso, temido por todos e me criando na base da religiosidade e toda sorte de restrições. Minha mãe, a mulher mais gostosa da cidade, aparentemente fogosa, mas que ninguem imaginaria trair meu pai…. e eu, virgem, tão boa quanto ela e explodindo de desejo!!! Como fantasiar e desejar tanto o sexo em meio a tantos tabus? A curiosa (conto vip) Meu nome é Vivian e moro numa pequena cidade do interior da Bahia. Sempre fui uma moça tímida, além de ter tido uma criação bastante rigorosa em família. Frequentava a Igreja, me vestia comportadamente, sempre com vestidos que escondiam minhas coxas brancas, porém muito bem feitas. Minha timidez aliada ao senso moral e religioso do qual me formava, fazia com que eu tivesse um bloqueio natural em relação aos rapazes que se aproximavam de mim já na fase da adolescência. Além disso, poucos se aventuravam por temerem o meu pai, o delegado da cidade. O problema era que eu tinha uma curiosidade muito grande em relação a homens e,mesmo toda vermelha de vergonha, às vezes não resistia olhar eles me devorando com seus olhos esfomeados. Afinal, eu estava crescendo, meu corpo chamava a atenção, mesmo sob tanta roupa. Minha bunda balançava enquanto eu andava e não havia como não ficar evidente nos vestidos, por mais folgados que fossem. Meus peitos pareciam querer saltarem da blusa; duros, em forma de peras e com grande volume. Puxei à minha mãe, que tinha fama de ser a boazuda da cidade; “a muié do delegado” como diziam… O ...
    tempo ia passando e minha curiosidade ia aumentando, pois afinal, minhas poucas amigas, apesar de recatadas como eu, iam arrumando seus namoradinhos e vinham me contar tudo, no meu quarto, e ficava super excitada e morrendo de inveja delas. Mas ao mesmo tempo, eu tinha tanto medo que não conseguia me imaginar tendo relações com um homem. Sempre tinha a sensação de que era pecado e que meu pai jamais me perdoaria caso soubesse de algo. Isso me frustrava muito. Foi quando num belo dia, meu pai apareceu em casa com 3 homens que iriam fazer a reforma da casa; um senhor de uns 40 anos, e seus ajudantes, todos bem jovens. Olharam os cômodos, fizeram o orçamento, etc. Obviamente, nenhum deles deixou de botar os olhos tanto em mim como na minha mãe, cuidadosos para que meu pai sequer desconfiasse disso. e-bookMas como não esperar que ninguém olhe? a minha mãe de shorts colado, marcando escandalosamente a buceta enorme dela e as polpas da bunda à amostra, passando pra lá e pra cá, parecendo querer se exibir a eles. Também não perdi a oportunidade e dei minha desfilada, embora estivesse bem mais comportada que ela. Por incrível que pareça eu tava morrendo de inveja da minha mãe por poder exibir aquele corpo escultural; meu pai confiava demais nela e em si mesmo, por ser o delegado. Ele achava que, por ser o delegado, ninguém jamais ousaria algo que não fosse apenas olhar mesmo. Mesmo assim, ele deixou recomendações ao meu irmão para que não saísse de casa enquanto os pedreiros estivessem ...
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