1. Comi minha cunhada crente


    Encontro: 19/12/2017, Categorias: Incesto, Autor: Wordsexy, Fonte: ContoEroticoComBr

    Outro dia li um conto que fala que a melhor carne que tem é a de cunhada. Eu concordo. É uma delícia. Minha cunhada, irmã da minha esposa, se chama Adriana, é crente, tem 1,70m, loira de olhos verdes, peitos fartos e uma bunda grande. Tem um belo corpo, apresar de viver escondido nas roupas compridas e largas que usa. Eu tenho prática em fazer serviços elétricos, ela por passar por dificuldades, me pediu para ajuda-la, fazendo umas instalações elétricas para ela. Assim fiz, tirei um dia de folga na semana e fui para casa dela. Num momento, estava do lado de fora da casa e ela no quarto, precisei ir ao banheiro, ela não me viu entrar. Quando entrei no banheiro me deparei com uma calcinha dela jogada, provavelmente esquecida ou caiu, no chão. Mil ideias vieram. Fechei a porta correndo, peguei a calcinha, que ainda estava úmida, com o cheiro da boceta dela, delicioso, ainda. Abaixei a bermuda e a sunga, com uma das mãos segurei o meu imenso pau, e com a outra cheira, lambia, cheio de tesão. De repente, por ter fechado mal a porta, minha cunhada entra e me pega com a calcinha dela na boca e o pau na mão, completamente duro. Ela levou um tremendo choque, ficou de olhos arregalados, boca aberta e a mão na cabeça. Eu também, não sabia o que fazer. Continuei com o pau numa das mãos e a calcinha na outra. Uns eternos segundos se passaram. Ela veio na minha direção totalmente transtornada, segurou meu pau com força, com a outra mão se apoiou em mim e se ajoelhou, deixei a calcinha ...
    cair, ela pegou e me devolveu. E num bote, enfiou meu pau todo na boca, foi até a garganta. Começou a chupar desesperadamente, como se nunca tivesse feito. Deslizou o pau para for até a cabeça e chupou forte, deslizando para dentro novamente. Abri a blusa dela, tentei abrir o sutiã, não consegui e arrebentei na frente, soltando aqueles imensos melões duros e suculentos, que eu amassava com muito tesão. Depois de muita chupada, ela se levanta, e me leva para a cama. Tiramos todas as roupas entre beijos e carícias desesperadas. Joguei-a na cama e comecei a chupar sua bocetona carnuda e com os pelinhos aparados, ela não se depila. A fazia gozar como louca, gritava, me chamava de macho gostoso, esporrava abundantemente em minha boca, aos esguichos, o grelo estava enorme, vermelho, pulsando. O corpo dela tremia, se contorcia, abraçava minha cabeça com as coxas e se levantava em desespero de prazer. Fui subindo minha boca lambendo lentamente cada centímetro de seu corpo, ela parecia que estava tendo convulsões. Gritava que ia morrer de tanto gozar. Cheguei até seus peitos, suculentos, grandes e macios. Mamava igual um louco, esfregava minha pica em sua boceta completamente encharcada, estava desesperada para ser penetrada. Passei a morder seu pescoço, lamber os ouvidos, cada vez Dri se tremia e gozava mais. Comecei a penetra-la, devagar, aproveitando cada pedacinho da carne dela que eu entrava. Estava completamente encharcada, toda lambuzada. Cada pedaço meu que entrava em seu corpo ...
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