1. Espiando mamãe!


    Encontro: 15/12/2017, Categorias: Heterossexual, Incesto, Mãe e filho, Mãe, Masturbação, Autor: Filho, Fonte: CasadosContos

    Eu não podia acreditar no que estava acontecendo. Ela havia deixado à porta aberta. Não muito, era apenas um pouquinho, mas o suficiente para eu ver o conteúdo de dentro daquele quarto. Eu estava furtivo do lado de fora, procurando fazer o mínimo de barulho possível. E sem perder tempo puxei meu pau, minha calça caiu no chão sobre os meus pés. Ela estava lá dentro, vestindo uma das camisas de botão velhas do papai, sua roupa favorita de dormir. Mas desta vez a camisa estava desabotoada, aberta. "Foda-se...", eu sussurrei, quase inaudivelmente. Comecei a acariciar meu pau lentamente. Podia ver seus seios nus. Não dava para acreditar, eu finalmente podia ver peitos nus da minha mãe. Já faziam anos que eu cobiçava minha genitora. Ela havia sido a primeira mulher que eu havia desejado, assim que passei a sentir atração sexual pelo sexo aposto. Suas longas e lisas pernas; sua bunda perfeitamente redonda; seus peitos cheios e pesados; e como poderia esquecer; seu belo rosto. Ela tinha tudo que eu desejava em uma mulher. E olhando sua impecável imagem dentro daquele cômodo iniciei minha masturbação. Imaginava ela envolvendo seus lábios em volta do meu pau, ou saltando seu corpo em cima de mim, cavalgando, com sua boceta peluda encharcada e que me engolia todo dentro dela. "Oh nossa, mãe”, eu gemia, os olhos fechados e a cabeça balançando para trás. Eu me ...
    tocava cada vez mais rápido, ignorando o barulho que estava fazendo. Cerrei os dentes e rosnei com a imagem nua de minha mãe em minha mente, meu gozo veio logo, como um jato. Continuei gemendo por uns minutos, os olhos bem fechados enquanto minhas bolas bombeavam meu sêmen para fora. Foi quando meu orgasmo poderoso começou a diminuir que eu percebi o que tinha feito. Meu gozo havia espirrado contra a porta e escorria no chão. Antes que eu pudesse correr para pegar uma toalha, a porta se abriu lentamente. Mamãe surgiu ali, me olhando fixamente. Congelei; minha mão direita em volta do meu pau e com as últimas gotas de meu sêmen escorrendo da cabeça. Ela olhou para a bagunça toda que eu havia criado, e depois se voltou para mim. Então... Um sorriso estranho surgiu em seu rosto. "Sabe meu filho..." Ela falou. "Você não é tão discreto quanto você pensa que é." Mamãe deu um passo para frente, sobre a piscina de esperma que estava no chão. "Eu sei que você me olha desde que era moleque. Nesse meio tempo já senti raiva, nojo e pena de Você." Estávamos cara a cara, podia inclusive sentir sua respiração. Ela então levou as mãos para baixo, e agarrou meu pau com firmeza. "Já que não tem jeito, vamos resolver isso de uma vez por todas." Ela me beijou, empurrando sua língua em minha boca. E então me puxou pelo membro para dentro de seu quarto, fechando a porta atrás dela.
«1»