1. A tal da Friendzone - 23


    Encontro: 14/12/2017, Categorias: Gays / Homossexual, Gays / Homossexual, Gays / Homossexual; Gays / Homossexual; Romance; Amizade, Autor: Gordin.leitor, Fonte: CasadosContos

    *Gente, desculpem a demora, mas tá aí! Este capítulo só sairia no domingo, mas como ele é um capítulo que caberia tanto hoje como amanhã resolvi soltar logo para trabalhar melhor no de amanhã. Para os que são #TeamNuno, é um prato cheio. Outra coisa, vou dedicar esse capítulo a um grupo de pessoas maravilhosas que estou conhecendo: Diamonds! Com pouco tempo já notei que vocês são especiais e raros como o diamante mesmo! Beijos a todos e espero que gostem! CAPÍTULO – 23 xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx NARRADO POR NUNO: Foi na praia, a primeira vez que reparei no Lúcio. Eu estava namorando uma menina na época, mas naquele momento ele me chamou atenção. Não é que eu nunca tenha pegado um cara antes, já havia rolado um boquete aqui outro acolá, mas isso acontecia quando eu bebia. Sóbrio, nenhum homem me chamou atenção. No dia anterior eu havia falado com o Gusta, o cara estava doido por que fez a burrada de engravidar uma menina que ele nem sequer amava, foi a primeira vez que me confirmou o que todos já sabiam: Que era louco pelo Lúcio, desde quando ele se lembra. Senti algo ao ouvir aquela revelação, pois eu pensava no Lucinho como um cara gente boa, que sempre tratou a Dalilah como uma pessoa como qualquer outra e isso é muito difícil de encontrar por aí. O Gu chorou por mais de meia hora no meu ouvido e tive pena dele, mas pela primeira vez senti raiva também, poxa se ele gosta do cara o que custa se posicionar? Tinha que ficar naquele chove ...
    e não molha o tempo todo, dando esperança e depois fugindo, mas mesmo assim resolvi ajudar o meu parceiro, afinal ele sempre foi um bom amigo. Mas ali na praia eu senti certa cobiça por aquele corpo branquinho com algumas dobrinhas, aquele bundão... Nossa! Foi bom de olhar o ruim é que ele parecia ser zero quilômetro e se eu fizesse algo e a Dalilah descobrisse, estaria mais que fudido. Não me contentei só em olhar, deu vontade de sentir aquela pele imberbe e me vi excitado na praia. Foi um instinto de predador que me empurrou pra ele, mas logo eu me vi perdido e confuso, no mesmo dia em que saímos e que ele conversou com o Gu, eu fiquei inquieto em casa. Comi a Gabi sem a menor vontade, as coisas só melhoraram quando imaginei o Lucinho ali embaixo de mim, com aquela boquinha vermelha. Porra, fiquei doido. Comecei então a arquitetar uma coisa que, não sabia naquele momento, mas, seria a minha perdição e a minha salvação ao mesmo tempo. Vi que Dalilah dormia, cansada pelo dia no sol, despachei a Gabi e me vesti da melhor forma que podia. Passei um perfume e fui até ele, os avós do Lúcio deixaram que eu subisse direto ao seu quarto e lá tive A visão, ele só de cueca e passando um creme no corpo. Cheguei a salivar de desejo. Consegui fazer com que ele saísse comigo e foi massa, cara ele me olhava com inocência, aqueles lábios que não eram tão grossos, mas andavam longe de ser finos, o cabelo lisinho que de vez em quando caía na testa, o nariz afilado... - Reage Nuno, não é pra ...
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