1. Eu e meu pai caminhoneiro


    Encontro: 14/12/2017, Categorias: testosterona, Tesão, moleque, suor, Pai e Filho, Putaria, Masturbação, Incesto, mijo, cigarro, graxa, Oficina, mecânico, macacão, Porra, Virgem, Mijando, banheiro, rádio, Futebol, Mão Amiga, irmão, Tio, Filho, Punheta, Gays / Homossexual, Gays / Homossexual, Autor: anderboy, Fonte: CasadosContos

    Eu e meu pai caminhoneiro Meu pai é caminhoneiro. Quando eu era guri, minha maior alegria era viajar com ele, quando não tinha aulas. Nas férias então, ficava semanas na boléia. Quando eu tinha 11 anos, fiz minha primeira viajem de caminhão com meu pai. Tudo era novidade. Me sentia pequeno naquela cabine gigante. Meu pai, grandão, peludo e barbudo, parecia maior ainda. Naquele tempo não havia ar condicionado no caminhão. Por isso viajávamos com as janelas abertas, suportando o calor do Mato Grosso. Meu pai, sem camisa e só com um short de futebol. Naquele tempo os short de futebol, que naquele tempo eram bem menores do que os atuais. É logico que eu já sabia algumas coisas sobre putaria, informações trocadas com colegas na escola, mas nunca com adultos. Via meu pai apenas como meu herói. Nas férias de janeiro, após recomendações de minha mãe, partimos do Mato Grosso rumo ao sul, seriam umas duas semanas entre ida e volta. Era o máximo ver meu pai dirigindo o possante, com óculos escuros, barbudo, o suor escorrendo no peito peludo, buzinando para os demais motoristas. Algumas horas depois de iniciar a viagem, paramos para mijar e nos refrescar, à beira do asfalto mesmo. Meu pai encostou a carreta, desceu e, eu, fui atrás. Ele estava do lado da porta do carona. A cena me impressionou muito: meu pai arriou o short, e, segurando a jeba, lavava com um forte jato, a roda do caminhão. Me pediu um cigarro que estava no painel do caminhão. Entreguei a ele e, não pude não olhar. ...
    Ele acendeu o cigarro e continuava despejando litros de mijo. O cheiro do mijo, misturado ao cigarro dele, exalava masculinidade. Não sei direito o porquê, mas aquilo me deu tesão. Meu pai pediu se eu não iria mijar. Disse que sim e posicionei ao lado dele, para continuar olhando pro pauzão dele. Eu estava de pinto duro. Meu pai deu uma olhada discreta e riu. O que é isso moleque? Ainda vai ser pintudo como o pai. Bom, a viagem continuou. Eu vivia de pau duro na cabine. A noite, enquanto meu pai preparava a janta no fogão improvisado sob a carroceria, eu brincava na boleia ouvindo música. Sem querer, encontrei meu maior tesouro até então: umas revistas de sacanagem debaixo do banco. Rapidamente folhei, fiquei impressionado com aquilo, tinha ouvido os colegas falar, mas nunca tinha visto até então. Me deu um tesão danado. Meu pai chegou e escondi tudo rapidamente. No dia seguinte, ficava imaginando coisas o dia todo na viagem, tipo o tamanho do pau do meu pai, ele comendo minha mãe, etc. Bom, jantamos e fomos dormir. Estava muito calor e dormimos só de cueca. A luz da rua iluminava a cabine e, eu, via claramente a mala do meu pai na zorba. Na madrugada, parecia que a cueca dele ia explodir, estava enorme, eu nunca tinha visto meu pai de pau duro. Aquilo me deu um tesão danado, mas não fiz nada, por falta de coragem. Ao amanhecer, meu pai levantou me acordando. Pulou da boléia. Logo imaginei que iria mijar, pegou seu cigarro, acendeu e pulou da cabine, no pátio do do posto de ...
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