1. Estranho casal de vizinhos


    Encontro: 10/12/2017, Categorias: Gays / Homossexual, Amor, Divórcio, Paixão, Sexo a três, Bissexual, Grupal, Autor: Kherr, Fonte: CasadosContos

    Estranho casal de vizinhos Senti no rego a frieza metálica do cano da arma, por isso, não havia entendido o que crioulo fuinha que me cercou tinha grunhido, mas pressenti que não se tratava de boa coisa, pela expressão criminosa dele. Estava me preparando para retrucar, perguntando o que ele queria, quando a voz do moreno encorpado atrás de mim, fez meu corpo gelar, apesar do sol escaldante que banhava a praia. - Já era mermão! Perdeu! – era ele que segurava o revólver que havia enfiado pelo cós do short até o meu rego. O olhar dele, ao me virar assustado em sua direção, era tão ou mais gélido do que o cano da arma. – Qualquer gracinha e eu faço um pipoco estourar essa bundona de tanajura. – ameaçou. Enquanto o crioulinho olhava preocupado para todos os lados, a mão do moreno entrou no bolso do short e sacou a carteira numa fração de segundos. Em nossa direção retornavam dois caras sarados que estavam praticando corrida no calçadão. Eles já haviam passado por mim minutos atrás, correndo no mesmo sentido em que eu caminhava com o Thor preso à guia. Tinham olhado para mim como se eu fosse o sonho de consumo deles, lançando um sorriso impregnado de sacanagem e seguiram seu caminho fazendo um comentário entre eles. Desta vez fui eu quem os encarou, mas com uma expressão de aflição estampada no olhar. Achei que não fossem parar, pois já estavam a uns dois metros de nós quando, repentinamente, um deles se virou com uma agilidade impressionante, e acertou um golpe na cabeça do ...
    moreno fazendo-o cair ajoelhado no chão. Ao mesmo tempo em que ele caía, levava junto meu short desnudando minhas nádegas. O outro passou uma rasteira no crioulo levantando as pernas dele acima da cintura e fazendo-o estatelar-se sobre as pedras do calçadão. Antes que ele tentasse se levantar, um pé já estava comprimindo seu peito de encontro ao chão, fazendo-o ganir de dor. O moreno conseguiu reagir, depois que o atordoamento do golpe lhe devolveu as forças. Apontou a arma na direção do sujeito que o agredira e disparou. O estampido chamou a atenção das outras pessoas que caminhavam pela praia. O rapaz que veio em meu socorro conseguiu se esquivar e, com outro golpe, que me pareceu de algum tipo de luta marcial, conseguiu desarmar o moreno e imobilizá-lo com o rosto sendo esfregado contra o calçamento. Instantes depois, estávamos cercados de curiosos e uma viatura da polícia acabava de estacionar, dela desceram dois policiais com as armas empunhadas. - Tudo bem com você? – perguntou o que tinha rendido o crioulo, que agora seguia algemado para a viatura. - Sim. Tudo. Tudo bem. Obrigado! – eu ainda estava sob o impacto da abordagem. - Você se machucou? Ele fez alguma coisa com você? – perguntou o outro, vindo juntar-se ao amigo e a mim. - Não. Foi só o susto, eu acho. – devolvi confuso, apertando o Thor no colo. - Você está com o short parcialmente arriado. – advertiu o que tinha rendido o moreno, num sussurro rouco quase ao pé do meu ouvido. - Ah! – só então percebi os olhares ...
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