1. Dando para os vizinhos 1


    Encontro: 06/12/2017, Categorias: Travestis, Autor: karol traveca vadia, Fonte: ContoEroticoComBr

    Sou uma boneca bem novinha. Sou morena, baixa, bem bunduda e com peitinhos formados por hormônios, adoro ser passiva e curto todo tipo de putaria. Vou contar uma coisa que aconteceu comigo tem algum tempo já. Tudo começou quando eu andava de ônibus voltando para minha casa. Era de noite e o busão estava cheio. Fiquei em pé no corredor em frente de umas cadeiras solitárias e logo de frente de onde eu estava reconheci o cara sentado. O nome dele era Flávio e era mais velho que eu. Tinha muito tempo que eu não via ele. Olhei e reparei logo que ele me olhava e que viu que depois de ver a cara dele meus olhos foram direto para o short do dito cujo. Era um short branco, meio transparente, curto e deixava o caralho dele marcado. Olhei, gostei e dei uma risadinha. Percebendo meu interesse o Flávio apertou mais o short, deixando o caralho mais marcado embaixo do tecido fino. Parecia que o pau era tudo de bom e foi me dando uma vontade cada vez maior de apalpar aquela belezura. Não dava para tirar a vista da gostosura e ele ia se exibindo sem nenhuma vergonha, eu ia rebolando do jeito que dava só imaginando aquela coisa encostada na minha calcinha e toda dura querendo me arrombar. Meu ponto ia chegando e quando fiz menção de descer, o cara ficou de pé e perguntou se podia descer comigo. É claro que eu disse que sim e então fomos os dois para a porta e descemos sozinhos no meu ponto que era bem escuro. Fora do ônibus ele falou que tinha muito tempo que não me via e que sempre quis ...
    foder comigo, mas que tinha vergonha de ser descoberto por seus amigos e parentes. Então propôs que a gente fosse para a casa dele que era ali perto. Eu estava tão doida por piroca que só ouvi a proposto da gente ficar sozinhos. Chegamos na casinha dele que explicou que tinha sido casado, mas sua mulher tinha ido embora e estava morando ali com um amigo que não tinha chegado ainda. Não quis nem saber de nada, só imaginava a hora de pegar aquela jeba. Rapidinho entramos e eu me virei para ele e fui logo apalpando a piroca. – Posso ver como é? – perguntei alisando o short. – Claro, vadia! Manda ver sua puta! Fui abaixando o short e deixei a piroca saltar para fora. Grande, grossa, cheia de veias. Dava gosto de ver. – Ai! Que gostosa essa pica! Acho que eu vou mamar! Já disse isso me abaixando e metendo a coisona grande na garganta. Mamei um pouco e a pica parecia que ia explodir de tanto que crescia toda a vez que eu alisava com a língua a ponta do pau. Se aquele cara enfiasse em mim ia gozar rápido demais e eu não estava querendo isso, queria uma pica bem calma no meu cuzinho e era melhor que o cara jogasse a porra presa logo fora e depois metesse depois de crescer de novo o pau. Então propus que a gente fosse para um banho. No banho fui segurando o caralho e tocando ele com a mão toda melada de sabonete. O bicho inchava demais e ele urrava me xingando de tudo e dizendo que nunca tinha sentido aquilo e que queria gozar. Não deu outra, fui massageando o mastro tanto que logo vi que ...
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