1. Parte 5 Quarto dia com meu Mestre -início


    Encontro: 04/12/2017, Categorias: Gays / Homossexual, Gays / Homossexual, Sadismo, BDSM, Bondage, Dominação, tortura, Sadomasoquismo, Autor: PauloMasoka, Fonte: CasadosContos

    Quarto dia com meu mestre As tiras de couro nos meus tornozelos doíam muito. Essas tiras estavam presas a um cano de aço e esse cano ligado a uma corrente ao teto. Ficar pendurado de cabeça para baixo é uma sensação única, ainda mais com as pernas abertas. A exposição do meu pênis e saco além do plug em meu buraco conforme meu Mestre havia me ordenado. Minhas roupas jogadas no canto da salinha do nosso primeiro encontro e no meio eu, indefeso... O chicote fustigava a minha bunda e costas com força, tanta força que a ereção costumeira cedia lugar às lágrimas. Estava sendo punido pois “havia me masturbado sem sua permissão”. Explico: Meu Mestre viu as lesões resultantes da sessão virtual com a rainha Selma, mas não poderia falar sobre ela, então, falei que havia “brincado”. Claro que ele não gostou… Meus pulsos, unidos por uma algema, foram ligados à argola da minha coleira. Aquela punição não excitava mas confortava. Eu sabia que merecia cada marca que teria no corpo, e isso era bom. Estranhamente bom. Em alguns momentos, meu Mestre parava o corretivo, se posicionava nu à minha frente e desfilava com o pênis ereto próximo à minha boca, me provocando… Quando eu tentava abocanhar e chupar aquele mastro, ele se afastava e voltava ao chicote. Depois de muito tempo, fui retirado daquela posição e colocado na cruz de Santo André e vendado. Ouvi meu Mestre caminhar em direção à porta, aquele “click” do interruptor de luz e, por fim, a porta se fechando. E assim fiquei, preso, ...
    sozinho e no escuro… Apenas a dor me fazia companhia. Quem já ficou em uma situação semelhante sabe como é, perdemos totalmente a noção de tempo e, por causa do total silêncio, começamos a ouvir sons. É só o cérebro compensando a falta de ruídos. Um beliscão forte no meu mamilo direito me trouxe de volta à realidade. Meu Mestre sempre esteve ali. Outro beliscão no mamilo esquerdo e a dor das chicotadas cedeu espaço a uma excitação. Algo começou a inflar entre minhas pernas. Meu mamilos foram torcidos de um lado para o outro até que meu pênis desafiasse a gravidade e ficasse duro, sentia que ia explodir. As mão se dirigiam, então, para meu membro. Durante alguns segundos as senti por toda a extensão. Depois só uma, acho que a esquerda, segurando bem firme e deixando a cabeça mais inchada ainda. Senti um cheiro conhecido, mas antes que pudesse identificar, uma gota de cera quente caiu sobre minha glande. Com o susto tentei me debater mas a mão firme no meu pênis não permitia. Mais algumas gotas e aquela sensação típica começou a percorrer a espinha, seguido de um orgasmo absurdamente intenso. Meu corpo tremia, parece que flutuava. Depois, meu Mestre me disse que cheguei a falar coisas desconexas e que não ejaculei. Tive um orgasmo seco que durou uns 2 minutos… Fui solto e meu Mestre me colocou no chão, aos pés do aparelho que me prendia para que me recuperasse. Antes de me mandar ficar de joelhos, meus pulsos foram presos para trás com as algemas. Suspeitando do que aconteceria, abri ...
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