1. Punheta o Onibus


    Encontro: 03/12/2017, Categorias: Masturbação, Autor: giselecabofrio, Fonte: ContoEroticoComBr

    Sou Gisele, casada, adoro uma sacanagem. Peguei o ônibus na Rodoviária do Rio as 21 horas com destino ao interior do estado. O ônibus estava cheio e eu só encontrei lugar lá na ” cozinha” as ultimas poltronas. No meu lado sentou um rapaz moreno, muito bonito. Durante a viagem ele puxou assunto comigo e fomos conversando e aos poucos contado um pouco da vida dele e era separado da mulher. No percurso o ônibus ia esvaziando, os passageiros foram descendo e acabou que ficamos só nos dois sentados na ultimas poltronas e só mantinham os passageiros do meio para frente.Os assuntos estavam ficando interessantes e a conversar partiu para a declaração das intimidades dele com a ex esposa. A conversa estava me dando tesão e eu estava doidinha para chegar e transar com o meu marido. Com a claridade da lua que iluminava as nossas poltronas, pude observar o volume do piru do cara em sua calça, como ele era um rapaz bem alto, eu ficava imaginado o tamanho e a grossura daquela piroca.Conversa vai, conversa vem, ele pegou na minha mão e eu disse que era casada e não estava gostando daquela situação, fiquei um pouco tremula e nervosa, pois depois que me casei nunca tinha passado por um caso como este, contato com um homem diferente. Com a outra mão, ele com a maior cara de pau, abre o ziper da sua calça e põe o cacete para fora. Fiquei sem reação, não sabia se ...
    gritava, se metia a mão na cara dele ou se acarrava aquele cacetão? O piru do cara devia ter uns 25 cm e uns 5 de grossura,o dobro do tamanho do cacete do meu marido e eu sem reação, ele pegou a minha mão e abraçou com ela o seu cacete e começou a tocar punheta. Eu sentia o cacete vibrar na minha mão e estava muito quente, e foi ai que eu não aguentei e resolvi bater espontaneamente uma punheta no cara. Eu era profissional em punheta, o meu marido adora que eu faça nele, diz que a minha mão é pequena e sedosa.Comecei a punheta-lo e como estava muito seco resolvi fazer um boquete. No mesmo instante ele começou a me tocar, friccionava o meu grelo e tambem introduzia o seu dedo na minha vagina.Não aguentei e gozei muito. Chupei aquela pica como ha muito eu não chupava e apos alguns instantes, senti o rapaz ofegante e derramou toda a sua porra na minha boca.Acabando, me levantei e fui sentar numa poltrona vazia na frente do ônibus. Não demorou muito, o ônibus parou e ele desceu. Segui a viagem, na rodoviária fui ao banheiro, lavei bem a minha boca, enxuguei a minha buceta que estava toda molha e fui para a minha casa. Cheguei em casa, transei com o meu marido a noite toda. Até hoje não tive coragem de contar o acontecido para o meu marido. Mas todas as vezes que transamos penso naquela piroca grossa entrando e saindo na minha buceta. Muito gostoso.
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