1. Minha vida de travesti – Empresária do sexo


    Encontro: 30/11/2017, Categorias: Com Fotos, Travestis, Autor: Paulgomes, Fonte: ContoEroticoComBr

    Deitadinha ali no sofá eu me transformei em centro das atenções. Todos queriam me imitar. As mulheres, antes tão pudicas, transformaram-se em putinhas de beira de estrada. Olhei em volta e vi que a maioria daquelas dondocas estavam quase imitando as garotas de programas contratadas pelo Romão. Imaginem, além dos maridos, elas queriam outros homens para uma suruba de verdade, mas faltava coragem. Queriam meter com os amigos do marido ou com os falsos garçons (na verdade, eram garotos de programa). Percebi que elas queriam mesmo eram dois ou três machos para, pelo menos chupar seus caralhos. Agora que estavam milionárias, mandaram ás favas pruridos morais e religiosos. Era um bacanal digno de Calígula. E eu era o centro das atenções. Tudo o que eu fazia, a galera imitava. Já que eu era um paradigma, um modelo a ser imitado, resolvi sacanear aquelas falsas puritanas. Sendo assim, resolvi comer o cu daquelas dondocas. Comecei pela mulher do Romão. Ela estava dando para o marido e chupando o pau de um belo garçon. Eu me aproximei com um KY na mão, coloquei uma daquelas camisinhas americanas e passei um pouco do lubrificante no cuzinho dela. Ela deu um sorriso sem graça e me deixou à vontade, explorando aquele buraquinho virgem (será?). Enfiei meu cacete no rabo da dondoca cheirosa e comecei a dupla penetração. Eu no cu e Romão, seu marido, na boceta, ambos caprichando na primeira dupla-penetração daquela dondoca, agora super rica. Com o cacete do garçon na boca e nossos pintos ...
    em suas entranhas, a esposa do Romão estava em estado de graça. Ria, reclamava da dorzinha no cu, chorava de tesão e prazer e me agradecia pela gostosa enrabada. Ela não mentia, porque de cu eu entendo. Meto se danificar a “mercadoria”. Vou devagar ou depressa, dependendo do momento, mas ninguém se queixa da minha enrabada. Eu, como ninguém, sei como se sente um cuzinho ao ser enrabado. E faço tudo para o cu comido sentir o prazer dos prazeres. O cu que como sente muita saudade de minha rola. A esposa do Romão olhava para trás com os olhos lacrimejantes pedindo mais rola: “mete, Paulinha, come meu cuzinho, arreganha tudo, me enraba, me come, mete em mim este cacete gostoso…” Ao ver a esposa do anfitrião dando o rabo, a bocetinha e chupando um cacete, as elegantes mulheres da festa se animaram e quase todas pediram uma dupla-penetração, sem tirar um pau da boca. Quase todas nunca experimentaram um pau no cu. E como era a grande novidade da festa, quiseram experimentar, sem se importar muito com a dor. Romão aliviou um pouco a dor com uma pomadinha que ele comprou quando esteve na China. É claro que não tirou toda a dor, mas aliviou. E quase todos os cuzinhos experimentaram um cacete. Até alguns homens, com a cara cheia de uísque, quiseram voltar à infância (tempo da troca-troca) e levaram pau no rabo. Repentinamente, a festa se transformou na maior suruba que eu vi na minha vida. E olha que já sou uma traveca rodada. Mas aquilo era inusitado pelo tipo de gente que ali estavam. ...
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