1. Bruna


    Encontro: 30/11/2017, Categorias: Travestis, Autor: Xiquim, Fonte: ContoEroticoComBr

    a mão pela parte da frente da calcinha e fiz um carinho em seu ‘grelinho’. “Hmmm… Isto está prometendo…” Ela gemeu. Saímos, fomos a um boteco, tomamos uns chopinhos, demos umas ‘pescoçadas’ – e partimos ‘para o crime’. Chegando ao motel, fomos direto para o chuveiro, nos refrescar. E lá já começou tudo: a mão ‘naquilo’, ‘aquilo’ na mão… Quando já estávamos mais ou menos ‘em ponto de bala’, fomos para a cama e continuamos a nos acariciar, beijar, lamber, morder… Pus aquele ‘pipiu’ na boca e chupei. Cabia tudo dentro da boca: o ‘dedinho’ e o saquinho – que coisa gostosa. E fui assim até que ela gozou: uma porrinha ralinha e doce (efeito dos hormônios, segundo ela). E ela também me fez um boquete sensacional – só que eu não gozei. Não ainda. Quando fomos partir para os ‘finalmente’, ela falou: “Xiquim, tenho de lhe pedir uma coisa. Por favor, vá com calma, pois não sou muito experimentada, aí atrás. Lá em… eu só ‘brincava’ com meus amiguinhos, da minha idade ou mais novos. E nunca tive um do calibre do seu, aí. Então não quero sentir muita dor, tá?” “Claro, gata. Vou tentar causar o mínimo de desconforto possível, para você. Posso lhe perguntar uma coisa?” “Claro. O que é?” “Quem foi que a ‘inaugurou’?” “Foi quando eu tinha uns 15 anos. Estávamos eu e um coleguinha meu, da minha idade, lá em casa, sozinhos. Ele já sabia da minha situação e resolveu avançar. A princípio, doeu um pouco – mas, até que ele foi carinhoso (difícil…) e foi muito gostoso. Depois disso, não parei mais. ...
    Era pelo menos uma vez por semana, com ele e/ou com outros. Eu gosto. Mas, nunca um do seu calibre…” “Vamos fazer o seguinte, então. Você fica bem relaxada e eu vou tentar primeiro com o dedo, para ver se a gente consegue sem muito desconforto. Ok?” E fomos. Ela ficou de bruços – quando vi aquele anelzinho, rosadinho, não aguentei e caí de boca. E ela disse: “Que delícia! Nunca ninguém fez isso comigo…” “Eu imaginei…” Pus bastante óleo para bebê em seu rabinho e fui, primeiro com o dedo indicador. Quando já estava entrando e saindo mais ou menos facilmente, passei para o dedo médio. Depois, dois dedos. E ela gemia e dizia para ir… Quando consegui enfiar três dedos, ela já estava bem à vontade e me disse: “Se você quiser tentar, pode”. “Como você quer? De bruços, de quatro, de ladinho? A escolha é sua”. “Já que estou assim, vamos tentar assim mesmo. Mas, vá com calma…” “Não. Vamos fazer o seguinte: eu vou me deitar e você se senta. Desta forma, você controla o que você estiver aguentando”. “Tá legal. Gostei”. Deitei-me na cama e ela ficou de cócoras acima do meu pau e foi se abaixando, devagar. Quando a cabeça se encostou em seu anel, ela parou. Depois, foi se abaixando devagar. A cabeça começou a entrar. Ela ia aos poucos. Entrava um pouco, ela parava um pouco, entrava mais um pouco, ela parava… E foi assim até que suas nádegas se encostaram na minha virilha: eu estava todo dentro. Mandei-a parar e comecei a nos virar, para ficarmos de conchinha. Ficamos um bom tempo assim, ...
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