1. Comunidade tesuda


    Encontro: 08/11/2017, Categorias: Grupal, Autor: Loli Bol, Fonte: ContoEroticoComBr

    Uma comunidade vive na mata e se curte muito Morávamos em uma comunidade: 3 homens e 9 mulheres. Éramos 3 para um. Mas nem todas nós ficávamos limitadas a transar com os caras. Apenas duas eram exclusivamente hetero. As outras sete éramos bi. Sempre andamos nus e transamos entre nós. Alguns filhos nasceram. E vimos crescer. Como vivíamos numa casa rústica, tínhamos 4 quartos conjugados e sempre fizemos sexo explícito. Eu adorava chupar o pau dos 3 caras: Rodrigo, Tomaz e João. Eu também adorava chupar uma boceta e umas tetas e ter as minhas chupadas. Vera, Marcela, Diana, Joana, Natalia e Stephanie eram todas mulheres gostosas, mas Joana e Stephanie só davam para os homens. Como eram muitas mulheres para poucos homens, a gente se revezava, ou fazia sexo grupal. Eu tinha um sono pesado e não raro eles precisavam fazer esforço pra me acordar. Adorava quando o Tomaz me acordava com seu pau roçando minha bunda. E Vera chupava meus peitos. Assim, passei a fingir que ainda estava dormindo para ganhar carícias matinais. Quando Erika, filha de Marcela e Rodrigo, fez 18 anos, ela já transava com Diego, filho de Vera e João. Nós sabíamos, vimos os dois crescendo e se tocando, e percebemos quando eles começaram a desaparecer por muito tempo. Erika sempre me admirou muito. Dizia que eu era bonita e queria ser como eu quando crescer. Pois virou. Cabelos pretos, seios fartos, bunda grande, uma cintura fina e um andar estonteante. No seu aniversário de 19 anos fizemos uma comemoração e ...
    ela ficou altinha. Ela começou a contar que passou a adolescência assistindo minhas carícias matinais, quando achávamos que eles ainda estavam dormindo – e que o Diego também já tinha batido muita punheta vendo a cena. Ela contou que ficava imaginando eu chupando ela e ela botando a língua na minha boceta e chupando meus peitos. Então sugeri que saíssemos dali um pouco, onde estávamos todos, inclusive seus pais, para que ela pudesse revelar mais detalhes daquela história sem constrangimento. Chamamos apenas o Diego e andamos praia afora. Quando chegamos numa tenda que tínhamos mais afastada, sugeri entrarmos. E Erika continuou. Enquanto ela contava das memórias antigas dela, vi seus peitos ficando acesos e Diego começou a ajeitar o pau dentro da bermuda, para não vermos que ele ficava excitado. Ela lembrava, em detalhes, de um dia em que Tomaz chegou perto do meu colchão e colocou seu pau entre meus peitos e ao abrir o olho abocanhei aquele pau gostoso e minha primeira refeição do dia foi aquele gozo gostoso na minha boca. Lembrou também do dia em que Vera estava dormindo e fui eu quem a acordei, chupando seu grelo e roçando minha boceta na dela, deliciosa, e ela acordou já gozando de tanto prazer, abocanhou minhas tetas grandes e veio o Tomaz para completar, fiquei chupando o pau dele em cima da cara da Vera. Ela se lembrava também do dia em que eu tinha chupado o cuzinho do Rodrigo e ele tinha gemido muito e meteu enquanto isso na Stephanie. Comecei a massagear meus peitos ...
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