1. Minha história - I


    Encontro: 12/10/2017, Categorias: Incesto, Autor: lacombe, Fonte: ContoErotico

    Meus pais se casaram cedo. Tinham, ambos, pouco mais de 18 anos e logo tiveram uma filha, eu, Amanda, filha única. Nós tínhamos uma vida legal. A família de minha mãe, Bia, era rica e me proporcionava conforto. Meu avô, viúvo, era político e mamãe sempre viajava com ele para Brasília. Meu pai e eu ficávamos sozinhos durante a semana. Conforme fui crescendo, fomos ganhando liberdade com o outro. Desde pequena eu andava de calcinha e sutiã, quando meus peitos começaram a crescer. Ele, de cueca apertadinha. SempreAos sábados, eu sempre ia ao vôlei e minha mãe ficava sozinha com meu avô, porque meu pai jogava futebol. Certo dia disse que ia sair, mas acabei voltando no meio do caminho. A casa do meu avô ficava na parte da frente do terreno. A nossa, no fundo. Ao passar pela varanda, ouvi eles conversando. E ouvi meu nome. Mamãe dizia que eu não desconfiava de nada. E uma frase do vovô me deixou curiosa: “Se eu como você, ele pode comer a Amanda, né?” Mamãe nada disse e eu passei a querer ver o que eles estavam fazendo. Dei a volta na casa entrei na cozinha e vi, muito assustada, que os dois estavam nus.Vovô estava preocupado com a minha ignorância quanto ao incesto deles. E insistiu na pergunta: “E se ele comer a Amanda?”. Mamãe sorriu, ajoelhou-se, pegou o pau dele e começou a mamar. Quando ele começou a gemer, ela disse: “Quer comer ela também, é? Velho tarado”. Ele riu e a puxou para o colo dele. Mamãe o cavalgou com furor. Eles se beijavam e acabaram gozando juntos. Fiquei encharcada, mas achei melhor ir embora. Peguei o carro e sai. Rodei toda a tarde, sem saber o quê fazer. Voltei para casa e vi que papai e mamãe estavam felizes. E concluí que eles tinham transado. Seria a segunda da mamãe naquele dia. Certa hora, eles não perceberam minha presença, e ela comentou com ele, dando um beijão: “Até o cu! Você tava danado””E comecei a por em prática um plano. Se mamãe traía papai, ele também poderia traí-la. E eu não seria do meu vô. (continua)
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