1. COMIDO, SURRADO E EXPOSTO


    Encontro: 10/10/2017, Categorias: Gays / Homossexual, Gays / Homossexual, Novinho, Oral, Oral, mijo, bare, Sadomasoquismo, Fetiches, Podolatria, crente, Igreja, humilhação moral, Autor: Paulo34, Fonte: CasadosContos

    Paulo (take 1) Sou Paulo, diácono de uma igreja pentecostal, e promotor do ENAC (Encontro Nacional de Adolescentes Cristãos) aqui em Alagoas. Como uma espécie de pedagogo, estou sempre aconselhando os jovens, dentre os quais, os visitantes do ENAC são o meu lanche. São saborosos pedaços de carne, firmes e suculentos, que me procuram como se eu fosse um vigário. Por nada eu sairia da igreja, por nada eu deixaria meu status. Conheci um garoto de 18 aninhos chamado Valmir, com uma bunda saborosa, um pau enorme que se destacava na bermuda de praia que dava a ele o visual de pilantra. Ele, no entanto, é um néscio, eu não curtia a personalidade dele, sempre agindo "instintivamente". Passávamos o tempo todo discutindo sobre as suas brigas com os outros "irmãos", --parecia que tinha o diabo no corpo! Numa de nossas conversas ele explicava que tinha direito de beber e que já era emancipado, e pedia a garrafa de vinho de volta. A minha decisão? Comprei outra garrafa de vinho. Convidei meu brinquedo para uma sessão de vinho e pó, realizada num motel depois de preliminares no carro, ele aceitou. Ah, ser diácono e casado não empata porra nenhuma, tudo é uma grande imagem. Valmir (take 2): O meu nome é Valmir, tenho dezoito anos e sou do Rio Grande do Sul. Vim parar aqui como castigo por não ter passado no vestibular, meu primo Henrique é o crentino que me trouxe pra cá, ele que deu a ideia na minha casa sobre o ENAC. Paulo melhorou essa merda aqui quando me propôs uma festinha ...
    antiestresse, depois do soco que eu dei na gorda fdp que pisou no meu pé, agora vou transar com um cara e cheirar muito pó, me diga se aqui não é o paraíso? Onde esta a porra do meu vinho que essa crentaiada roubou? Paulo (take 3): No motel Valmir quase me faliu, ele tomava todas as bebidas do frigobar como se elas estivessem postas de graça. Será que ele nunca foi a nenhum motel ou só estava me explorando? Ele é um homem mau iniciante (é uma versão adulta de Denis, o Pimentinha), sua maldade procurou a minha pra se aperfeiçoar. O quarto era o último do corredor, todos os outros quartos próximos estavam ocupados, ouvia-se os gritos, gemidos e o bate estaca pelo caminho do corredor. O garoto parecia impressionado, tomava todas do frigobar, ligava o som no volume máximo, me beijava e caía por cima de mim lambuzando-me o pescoço com cerva. Tão feliz ele não sabia que seria o próximo nas farmácias do SUS. Chupei muito, bem e demorado; "que bom que ainda não gozou" eu pensava toda vez que ele quase atingia o clímax. Num instante, ele mandou eu ficar imóvel e minha boca aberta virou seu playground. Ele enfiava até encher minha garganta e meu rosto oscilar entre os tons do vermelho, eu abria mais a garganta pra que entrasse mais, eu estava sem ar mas não conseguia parar; com o nariz enfiado no púbis de Valmir, eu quase desmaiei, se não fosse pelos tapas ensurdecedores que levei... O meu rosto ardia de prazer, queimava, e latejava junto as batidas do meu coração. O tesão transformava a dor em ...
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