1. sábado à tarde


    Encontro: 10/10/2017, Categorias: Heterossexual, Autor: phramxiskho, Fonte: ContoEroticoComBr

    Teríamos nova sessão de filmes naquela tarde fria de sábado. Era sempre muito bom trocar umas ideias, nem todas, claro, jogar conversa fora e tentar encontrar um meio de dobrar aquela alma imutável, no sentido de trazer à tona sua libido. Não podia ser drástico e a sutileza demonstrava pouco sucesso, resolvi fazer uma jogada de mestre. Minha amiga não bebia, mas era, como toda mulher, viciada em chocolates. Resolvi jogar “duro”. Ia unir a fome com a vontade de comer, literalmente. Encontrei numa loja do gênero um pacote de bombons ao rum. Seria uma tacada de mestre. Imaginei que o sabor da bebida passaria despercebida junto ao sabor do chocolate, a bebida fazendo efeito poderia deixa-la no clima que eu queria. Munido dos filmes (e dos chocolates, claro) rumei. Como quem não quer nada e sendo muito amigo, fui logo oferecendo os chocolates, que foram aceitos com muitíssimo bom gosto e logo atacado também. O rumo dos acontecimentos se desenhavam. Antes do início do filme, já três haviam sido consumidos. Nem um comentário a respeito do rum. Nesse dia, especificamente, eu selecionei um filme com uma carga mais forte de erotismo de propósito. Cenas de nudez parcial, de sexo presumido, clima de pegação forte. Lá pelos 30 minutos de filme ela já havia consumido meia dúzia. Notei que se tornara falante, soltinha, a vontade. Por acaso, neste dia, usava um vestidinho leve e sem soutien, o que propiciava os sinais serem percebidos. Notei que seus mamilos se achavam ligeiramente ...
    eriçados e seu rosto apresentava um certo rubor. O rum fazia seu trabalho com eficácia. A expectativa dos acontecimentos, associada às cenas de cunho erótico, exerciam seus efeitos também sobre mim e meu pau insistia em não permanecer imperceptível. Apesar de falante e soltinha, não resistiu ao apelo erótico das cenas e passou a prender-se no desenrolar das mesmas. Notei a respiração alterada, os olhos fixos e bem abertos, como quem não quisesse perder nenhum detalhe. De súbito, ela comenta que um homem assistindo aquilo com certeza ficaria de pau duro, respondi que ela não fazia ideia do quanto, ao que ela se virou para mim, analisando a veracidade do meu comentário. Notei seus olhos buscarem o volume sob meu short e o brilho repentino que deles se desprendeu. Disfarçou e se recostou no sofá, denotando uma mudança radical de objetivos. Num próximo comentário, sua mão pousou sobre minha coxa e ali permaneceu. Quieta por alguns instantes, mas se deslocando logo depois, estacionando sobre o volume que meu pau insistia em apresentar. Fiz-me de desapercebido e fiquei olhando as cenas na tela. Tanto me envolvi com a tela que só percebi que sua mão invadia meu short quando esta já afastava minha cueca e alcançava meu pau. Foi um pequeno susto, não esperava que tivesse tal coragem. Torcia, mas não acreditava. Alcançou meu pau, envolveu e o segurou com força. Respirou fundo, procurou meus olhos e revelou que há tempos não tinha algo do gênero em mãos. Perguntei se apenas tocar seria ...
«1234»