1. Um história antiga


    Encontro: 09/10/2017, Categorias: Heterossexual, Anal, Traição / Corno, Autor: Gerente Paulo, Fonte: CasadosContos

    Eu morava numa cidadezinha era bem tradicional. Eu namorava uma moça correta, honesta, toda certinha. Cíntia era uma moça da minha idade, de 1,60 m de altura, corpo bonito tipo atriz de Hollywood (hoje seria considerada cheinha, mas na época era o padrão de beleza). Demorei um mês para beijar (de língua) sua boca. Tentei apalpar seu corpo e levei um tapa e um esculacho. Depois de meses, ela permitiu uma apalpada nos peitos sobre o vestido. Percebi que não era só eu que ficava muito excitado, mas ela era linha dura. Namorávamos à moda antiga. Tinha que deixá-la às 20 horas em sua casa. Normalmente chegávamos antes e curtíamos uns minutos no seu jardim. Seus pais vigiavam constantemente. Uma vez convidei-a para ir a minha casa e levei um esculacho, afinal ela era moça correta e casaria virgem. Já namorávamos há mais de ano e nunca tivemos intimidade alguma. Apesar de conformado com a situação, eu sempre tentava algo mais. Certa feita, falei que algumas moças davam a bunda para não perder a virgindade. Ela ficou um mês de cara virada, mas aquilo mexeu com ela. A segunda vez que toquei no assunto, ela falou que era coisa de vagabunda, mas naquele dia deixou eu passar a mão em sua bunda (sobre o vestido, é claro). A intimidade crescia lentamente. Até que num sábado, voltamos de nosso passeio mais cedo (um pouco antes das seis). Ainda havia luz do dia. Seus pais voltavam da igreja às sete e ficamos no jardim. Falei para irmos para os fundos - uma parte do jardim encoberta pelos ...
    arbustos. Ela topou. Lá, beijei-a com mais lascívia e ela correspondeu. Passei as mãos em seus peitos e em sua bunda sobre o vestido e não houve resistência. Puxei a saia para cima e toquei sua calcinha. Ela permitia tudo. Abaixei a calcinha e toquei sua xoxota peluda. Foi então que ela disse que eu estava passando dos limites. Falei que estava muito excitado e pedi desculpas. No entanto, continuei, e ela deixou. Sua xoxota estava melada. Abri a braguilha da minha calça e tirei o cacete duro. Ela segurou e falou que era grande e duro. Tentei comê-la mas ela não deixou. Falou que ia casar virgem. Então falei que na bundinha não tinha problema. Para minha surpresa, ela se virou dando as costas para mim. Com a calcinha no meio das coxas, ela levantou a saia e arrebitou a bunda. Não acreditava no que via e não perdi tempo. Passei bastante cuspe no pau e encaixei o cacete no seu cuzinho. Forcei e ela reclamou. Tarde demais. Forcei mais e o pau entrou. Cíntia reclamava de dor mas não pedia para tirar. Comi seu cuzinho apressadamente. Tinha medo de seus pais chegarem. Gozei em poucos minutos dentro de sua bunda. Ela levantou a calcinha e se arrumou. Eu me recompus também. Fomos para a frente do jardim e ficamos sentadinhos no banco da frente da casa esperando seus pais chegarem. Não demorou 10 minutos e eles chegaram. Quando cheguei em casa percebi que meu pau estava sujo, mas não me incomodei, apenas lavei e toquei uma punheta lembrando do ocorrido. No nosso encontro seguinte, Cíntia ...
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