1. A VEZ DO RENDIÇÃO


    Encontro: 06/10/2017, Categorias: Traição / Corno, Autor: zinicarioca45, Fonte: ContoErotico

    Teve uma época em que trabalhei como rendição numa cooperativa de taxistas. Havia um cara, que locava um táxi e eu pagava a ele, pra poder usar o carro à noite. Por sorte, nessa mesma época comi muita buceta, cu e rolou muito boquete. Bom, esse cara, era um sujeito arrogante, que se achava o rei do pedaço. Ele locava oito táxis e sublocava, faturando uma grana em cima de todos nós. Por isso se achava o maioral, tirando onda com todo mundo. Na verdade, não só por isso. Ele também tinha uma mulher deliciosa, mas estava na cara que era o tipo "pistoleira", e que ele era corno.Como eu trabalhava à noite e madrugada, no dia seguinte deixava o carro que esse cara iria usar, na casa dele. Passava no posto, abastecia, mandava lavar e ia entregar. Quase sempre ele estava dormindo e a mulher, C., me convidava para um café. Cansado, quase sempre eu aceitava, até porque ela desfilava pela cozinha usando pijamas apertadinhos, ou camisolinhas curtinhas, que deixavam à mostra seus seios grandes, a barriguinha sarada com um piercing no umbigo, a bunda enorme e as coxas grossas.Tomava meu café e saía de pau duro e na mão. Nunca dei muita ideia e fingia até que não percebia que ela ficava se mostrando pra mim. Um dia o sujeito foi viajar e avisou que não precisaria levar o carro para a casa dele. Se quisesse eu poderia trabalhar. Claro que ele continuaria ganhando, porque o lucro era rachado "de meia", como a gente dizia. Quando estava indo pra casa, lá pelas 5h, depois de uma noite ... cansativa, a central me chamou pelo rádio e disse que C. havia ligado pedindo que o carro fosse levar o filho deles pra escola, porque com o marido viajando, ela havia ficado a pé. Pronto, meu descanso uma hora mais cedo tinha ido pro buraco.Meia hora depois lá estava eu, na porta da casa, esperando pelo filho do casal, que eu nunca havia levado na escola. C. me convidou para entrar e tomar o café, como sempre. Aceitei, como de costume, só que naquele dia ela estava mais assanhada. Abriu a porta sem deixar que eu a visse e quando entrei, avistei-a usando um baby doll transparente e por baixo, apenas uma calcinha fio dental e soutien que faziam seus seios parecerem ainda maiores. A loira de farmácia ainda estava em cima de um salto alto de colocar qualquer um de joelhos, unhas enormes, cabelo feito e toda cheirosa... mais que o normal.Senti que o negócio estava quente, mas como de costume, não dei muita atenção. Perguntei pelo filho e ela disse que iria acordá-lo. Me serviu o café, deixando que seu corpo roçasse no meu. De cara o pau deu sinal de vida... aliás, já tinha dado, só com o contato visual. C tinha uma voz meio rouca, mas doce ao mesmo tempo. Tentei não pensar muito naquilo, enquanto ela foi chamar o filho, porém o perfume que tomava conta da casa me dizia para não esquecer. Ela retornou com um roupão sobre o corpo e um chinelo de dedos e falando de forma mais fria do que quando eu havia chegado. Fiquei meio sem entender. Logo em seguida chegou o filho, já uniformizado, pra ...
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