1. Sacanagem em família XVII


    Encontro: 05/10/2017, Categorias: Incesto, tio e sobrinho, Pai e Filho, Gays / Homossexual, Gays / Homossexual, Autor: Pedro, Fonte: CasadosContos

    Luis me mandara inúmeras mensagens nos dois dias seguintes mas desistiu depois que eu ignorei-as todas. Não podia ser verdade, ao mesmo tempo em que não tinha como não ser. A questão que não saía da minha cabeça era uma só: será que meu pai sabia que estava comendo o próprio filho? A ideia não me excitara simplesmente como quando eu pensara no meu tio e Julio, os dois transando. Eu nunca soubera nada a respeito do meu pai, a não ser que ele e minha mãe não tinham se casado e que ele fora embora sem nunca mais voltar. Não sabia nome e nunca antes tinha perguntado por uma foto dele. Aceitara o fato de que ele não existia na minha vida e que nunca existiria. Tio Fabrício não me mandara mais sinal de vida desde nossa última transa. Nem ele, nem meu primo, meu tio, ou meu padrasto. Procurara stalkeá-los no facebook, precisava distrair a cabeça, precisava abaixar meu pau com alguém. No sábado, com a esperança de encontrar ao menos meu padrasto jogando no clube, vesti minha sunga, peguei a bike e fui pedalando para lá depois do almoço. Fiquei rodeando o campo até que os primeiros caras começaram a chegar. Infelizmente, não reconheci nenhum deles, nem mesmo aqueles que estavam no churrasco. Não me dei por vencido. Entrei no campo e fui em direção a um cara sentado na arquibancada de metal. Ele vestia uniforme mas era muito mais novo que aqueles jogando, todos entre 30 e 40. Ele era branco, os cabelos castanho claro, o corpo saradinho mas não bombadinho, as panturrilhas lisas e ... definidas dentro do meião abaixado até a chuteira. - Opa, fera, deixa eu perguntar: esse pessoal aí é da firma de segurança? Ele se virou para mim e me mediu por alguns segundos antes de responder com um sorriso que me fez meu estômago se remexer e meu pau dar sinal de vida na sunga. - Ah, não. Bom, meu pai trabalha numa firma de peças, acho que o resto da galera é do serviço dele. - Hum… Fiquei um pouco constrangido com os olhares dele, sobretudo quando ele reparou na minha mala. Não tinha assunto mas ele não parecia estar disposto a encerrar conversa, nem a dar continuidade. Esperava por uma atitude minha. - Vai jogar também? - Ah, eu? Não. Joguei já, vim acompanhar o velho. E você? - coçada na rola (mas não estava dura, não pelo que pude perceber). - Eu, não. Vim ver se encontrava meu ex-padrasto, conversar umas paradas com ele… - tonto. Acrescentei, quase demorando demais para soar natural – prefiro nadar. - Hum, e tá acompanhado aí? Mina, amigos… Senti uma pontada de esperança pela pergunta, mas me controlei. Porra, o que tava acontecendo comigo? Não podia nem falar com um cara sem arrebitar o rabo ou o caralho? Merda. - Ah, nem. Vim de supetão. Minha mãe viajando, não queria ficar sozinho em casa. Eu definitivamente estava ficando louco ou poderia jurar que vi seu rosto se iluminar com a minha resposta. - Po, uma piscina ia bem, mas nem tava sabendo que ia vir para cá, trouxe nada… E olhou para frente, as palavras pairando no ar. Não havia nada de errado em ser parceiro de um ...
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