1. Sobrenatural Cap.10


    Encontro: 03/10/2017, Categorias: fofo, Romance, descoberta, fala, Tentativa, Preso, casa, capotamento, Policia, Historia, Homens, Amor, Gays / Homossexual, Gays / Homossexual, Autor: Gustavinho, Fonte: CasadosContos

    Cap.10 Imediatamente corri para perto dele, e quando lá cheguei vi o que havia acontecido. Alguém atirou nele, e acertou a coxa dele, e como estava desarmado, não conseguiu revidar. -Nicolas... Vamos, vamos pro hospital agora... - falei, vendo a perna dele a sangrar. -Não ! Pega o carro e vai atrás dele agora ! Pode ser a única chance de nós termos pistas de quem é esse filho do mãe que quer te matar – logo entendi. Olhei para a rua e o carro que o atirador pilotava saiu em disparada. Corri para a mesa, peguei a chave, o celular e a arma dele, que por sorte estavam tudo no mesmo lugar. Corri para o carro e logo sai, também em disparada atrás dele. Num primeiro momento eu não pensei em nada. Só quis ir atrás dele, era a chance de eu ao menos ter uma pista de como ter a minha vida normal de volta. Então eu fui atrás. Perdi ele de vista por alguns segundos, porém logo o achei indo em direção a BR-101. Fui atrás. Por alguns segundos pensei no que poderia fazer. Atirar nele ? Dai não valeria de nada o meu esforço. Atirar no pneu ? Era uma hipótese... Mas na minha cabeça passavam tantas coisas naquela hora que eu só consegui pensar nisso, em atirar no pneu. Peguei a arma para fazer. Não havia ninguém na estrada naquela hora. Porém nem foi preciso. De repente o carro dele entrou num buraco, com a alta velocidade ele perdeu o controle e capotou. Freei o carro na hora e coloquei no acostamento. Tirei a chave, corri até lá, e quando cheguei próximo, ele havia desmaiado. Pensei em ... chamar a ambulância, mas logo vi que se fizesse isso ele não iria poder me falar nada. Vi a arma que ele havia usado, ainda cheirando a polvora. Tirei ele do carro com alguma dificuldade, e arrastei ele até o meu carro. Pensei que se ele acordasse, poderia tentar partir para cima de mim. Então peguei uma corda que eu tinha jogada no porta malas e o amarrei. E então o trouxe para a minha casa. Aquele homem tinha muitas coisas para me dizer. TEMPO DEPOIS Quando voltei para casa haviam algumas pessoas ali, talvez curiosos por terem ouvido o tiro ou talvez visto alguma coisa, e um carro estacionado aqui. Entrei na garagem direto sem dizer uma palavra. Fechei a garagem, e tranquei por fora para que ele não pudesse sair, e então fui para perto daquela gente. -O que é que está havendo aqui ? -Os vizinhos estão ajudando a sua mãe a levar o Nicolas pro hospital ! - uma delas disse. Apenas entrei, sem falar mais nada. Fui até eles. -Ai filho ! Ainda bem que você voltou ! - ela falou. Vi ele, sentado numa cadeira, com algumas pessoas a tentarem estancar o sangramento. -O que vocês vão fazer ? -Vamos ter que levar ele pra Joinville, é o jeito ! -Então vamos... O que ainda estão esperando ? - os homens começaram a levar ele para o carro dela. -Você não vem com a gente ? - ela perguntou. -Não... - quando os homens se distanciaram, eu falei – diga a ele que eu peguei quem fez isso... E está amarrado lá no meu carro. -O quê ? Mas meu filho... -É isso ou eu não conseguiria pista nenhuma mamãe ! ...
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