1. Fiz do hóspede másculo minha puta gostosa


    Encontro: 19/09/2017, Categorias: putinha, viajante, pousada, Fetiches, Gays / Homossexual, Gays / Homossexual, Autor: Hunters12, Fonte: CasadosContos

    Vou contar uma história bem interessante e excitante que me aconteceu. Meu nome é Lucas e sou gerente de uma pousada muito aconchegante e acolhedora à beira de uma rodovia federal que passa por uma cidadezinha no interior de Santa Catarina. Sou loiro, olhos castanhos esverdeados, barba sempre aparada, 1, 86, 83 kg, pêlos bem distribuídos no peito e pernas. Sou bem popular entre a mulherada da região. No entanto, curto pegar uns pias de vez em quando. Sou viciado num cuzinho de macho. Num dia de semana, apesar da escala pré-definida, o funcionário da noite teve que faltar por motivos justos, como não havia saída, eu mesmo tive que assumir o posto dele naquela noite. Eu não me importei, pois estava totalmente livre naquele dia, somente ostentava um tesão danado. Como era o único funcionário que ficava na pousada, pois não há serviço de cozinha e limpeza à noite, já havia recebido, fichado e acomodado todos os hóspedes, resolvi tirar um cochilo no escritório. Se alguém chegasse, tocaria a campainha e eu abriria a porta. Lá pela uma da manhã, toca a campainha e atendo. Era um belo rapaz, representante comercial de uma grande empresa de medicamentos. Estava com uma calça social que marcava uma bunda grande e redonda e uma camisa social da empresa que delineava um corpo bem saudável e atraente. Luciano era bem branco, pouco mais baixo que eu, parrudinho, olhos azuis, cabelos escuros, um rosto másculo, mas delicado e um sorriso muito bonito. Devia vender bastante, pois só sua ...
    agradável beleza já convencia qualquer um: homem ou mulher. Pediu um quarto, preencheu a ficha e o conduzi até seus aposentos. No caminho, fomos falando trivialidades e eu mais atrás dele paquerava despretenciosamente aquela bunda. Mostrei onde ligava a tv, expliquei o controle da água e do sistema de ar e afirmei que qualquer coisa era só ligar na recepção. Ele sorriu lindamente e agradeceu dizendo que, com certeza, se precisasse ligaria. Senti um quê de safadeza, mas achei que era impressão por eu estar 'impressionado' com o rapaz. Cerca de meia hora depois, ele liga e pergunta se tem algo para beber ou comer. Falei dos junk food e dos refris e águas, mas ele queria algo quente. Eu disse que poderia fazer um café para nós, se ele quisesse. Ele aceitou e desceu. Chegou com cabelinho molhado, cheiroso, de chinelos, um short Adidas bem molinho e curto e um moletom de zíper fechado. Fomos à cozinha e enquanto preparava o café contou que viajava muito, que a namorada vivia reclamando e que somente aos fins de semana voltava para casa na capital e a encontrava. Falou dos ônus e bônus da profissão e eu só ouvia. Servi o café e perguntei se ele queria leite. Ele sorriu largo e disse que sim, que estava precisando e riu. Entendi o trocadilho e perguntei se era leite quente. Rimos e esquentei um pouco de leite para nós dois. Pois, apesar da calefação, não dava para tomar um café morno. Sentamos à mesa e percebi que ele me olhava de uma forma diferente. Falei sobre os motivos de eu estar lá ...
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