1. O caseiro escolar


    Encontro: 13/09/2017, Categorias: gozada dentro., caseiro da Teens, Teens, Oral, penetração anal, Gays / Homossexual, Gays / Homossexual, Autor: Biriba, Fonte: CasadosContos

    Estudava pela manhã e já estava pronto. Entraria na escola às oito mas costumava chegar mais cedo porque utilizava ônibus para chegar até lá. Fatalmente vinte para oito já estava no portão da escola. Não gostava de chegar atrasado e fazia isso sempre. O caseiro abria os portões faltando dez minutos para o início e sempre rolava um papinho com aquele senhor de seus quarenta e poucos anos que cuidava da segurança escolar e o patrimônio que ali estava. Após uns três meses nossa conversa foi afinando e todos os dias era comum e natural sair um papinho ali no portão do colégio. Já estudava fazia uns cinco meses na escola e naturalmente nesses últimos tempos fui ganhando a amizade de todos. Esse caseiro chamava-se Júlio e era bem atencioso com os alunos. O tempo passou e como disse a conversa foi afinando. Uma sexta-feira chegou e recebi um caloroso convite para tomar um café. Marcamos para o dia seguinte na escola. Não tinha nada para fazer então resolvi concordar. Acertamos o horário e entrei para estudar. Meu dia transcorreu normalmente e no dia seguinte estava lá as nove da manhã. Toquei a campainha e ele apareceu. Parece que havia acordado naquele instante e pediu para que eu entrasse. Ganhei a entrada e ao lado estava sua casa construída para tal finalidade. Antes de entrar pediu para que o acompanhasse porque precisaria fechar alguns vidros de umas salas de aula. Subimos e aos poucos percebi que parecia ter pressa. Passamos na minha sala e comentei que estudava ali. Fui ... fechar o vidro e notei que ele não tirava os olhos da minha bunda. - O senhor está bem? - Sim! Tem um negócio no seu corpo. Vou tirar! - Claro! Senti sua mão passar em minha bunda e entendi o recado. Reclinei-me numa das carteiras e deixei ele me tocar mais vezes. Facilitei abrindo mais as pernas e aí já percebi apalpadas melhores e sua outra mão trabalhando o cacete. - Quer que eu ajude em alguma coisa, seu Júlio? Já estava ficando excitado com aquele passar de mão em meu corpo e aos poucos fomos trocando olhares. Olhei na direção de sua pica propositalmente pedindo para vê-la. Sem muita celeuma ele tirou e mostrou-me. Não era grande mas iria fazer eu me divertir. - Põe na boca, já chupou alguma vez? - Nunca. Quero provar. Sentei-me num banco e botei na boca. Comecei a passar a língua e o pau ganhou volume. Começou a crescer e por fim eu já masturbava e engolia aquela cabeça. - Isso. Chupa. Não vai contar para ninguém! - Jamais! Fique tranquilo. Fui chupando e aos poucos ele forçava aquela rola de dezesseis centímetros mas grossa em minha boca. Boqueteava da melhor forma para ganhar volume e virilidade. Ele fazia uma cara sofrida e passava a piroca em meu rosto que se melecava. Comecei a gostar daquilo e naturalmente a pica ganhou dureza virando uma verdadeira tora. Passei a língua diversas vezes em sua cabeça e sua excitação era grande. As estocadas já preenchiam minha boca e o céu era o limite daquela cabeça quando não chegava ao talo em minha boca. Brincar com ela era muito ...
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