1. Linda, recatada e com cu doce


    Encontro: 13/09/2017, Categorias: Com Fotos, Autor: Isocracker, Fonte: ContoEroticoComBr

    Linda, recatada e de cu doce Meu segundo conto aconteceu há uns dez anos. Tive cinquenta anos. Num site para safados entrei em contato com uma garota de trinta e cinco anos. Trocamos pelo menos vinte mensagens. Um mais quente do que o outro. Ela contou que ela era medica e gostava de sexo BDSM. Eu gosto de sexo duro mas tinha pouca experiencia de BDSM naquela altura. Nós encontramos em um restaurante. Vi ela por o primeiro tempo quando ela entrou. Ela era ruiva, olhos verdes, alta, uns 175 centímetros, atlética, forte, ela costumava jogar handebol, adivinho que seu peso era 70 quilos. Seios meios naturais e uma bunda redonda. Ela pareceu mais que uma forca natural do que uma mulher humana. Estou certo que todos os homens, e algumas mulheres, se perguntavam “Tenho o que essa mulher exigirá?”. Por razões desconhecidos ela gostou de mim. Sou macho mas não machíssimo, 180 centímetros, 85 quilos, meio atlético. Acho que o mais importante era que ela pôde confiar em mim. O tipo de sexo ela gostava é perigoso demais com o homem errado. Após o jantar ele me convidou a seu apartamento. Estávamos com muito tesão quando entramos. Começamos beijar e acariciar. Ela me abraçou com força. Foi uma invitação para sexo duro. Agarrei seus cabelos e inclinei sua cabeça para trás. Disse “Calma-te puta, eu estou no comando aqui”. “Sim maestro”, ela sussurrou. Empurrei sua cabeça para minha virilha. “Chupe meu caralho devassa!”, ordenei. Ela tirou o pau e o engoliu. Ela sabia engolir o caralho ... todo. Foi uma experiencia celestial quando ela lambeu minhas bolas com todo meu caralho na sua garganta. Tirou o caralho, ele era cobrado da saliva dela. Reparei que havia uma bolsa aberta na cama. Na bolsa haviam todos as ferramentas para sexo BDSM. Arrastei ela para a cama e a empurrei nas costas. “Tire as roupas!”, comandei. Pequei umas cordas grossas da bolsa. Amarrei seus braços na cabeceira. Coloquei um travesseiro sob sua bunda. Empurrei suas pernas acima dela e as amarrei bem escarranchadas na cabeceira. Foi uma vista maravilhosa! Seus cabelos ruivos espalhados, sua boca gulosa, seus peitos macios com bicos salientes, sua boceta molhada escancarada e seu cu escuro com o esfíncter vibrando de antecipação. Ela estava totalmente em meu poder. “Quero caralho safada?”, perguntei. “Sim, por favor maestro”, ela reposta. “Não pode agora, primeiro quero um bom lamber”, disse. Me sentei acima de seu rosto. Ela lambeu avidamente meu cu, minhas bolas e o talo do caralho. Meu pau estava experienciando o tempo de sua vida. Inchado, latejando, cobrado de saliva ele estava no céu das varas. Me coloquei entre suas pernas e comecei lamber sua boceta. Chupei seu grelo e enfiei minha língua no seu buraco. Ela gemeu e respirou profundamente. Eu enfiei um dedo na sua boceta e encontrei sua ponto G áspero. Enfiei outro dedo e fiz movimentos vai e vem e sobe e desce com eles. Alternando lento e rápido. Chupei no seu grelo. Ela respirou mais e mais forte. “Você não era uma boa menina!”, disse. ...
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