1. Um amor inesperado na faculdade 4


    Encontro: 13/09/2017, Categorias: Romance Gays / Homossexual, Amor, Teens universidade, Beijo, homessexual, Gays / Homossexual, Gays / Homossexual, Autor: Rafa Velaskes, Fonte: CasadosContos

    Eu: - Ué quem será? Não conheço ninguém aqui... deve ser algum vizinho (Falei sozinho) Quando abri a porta levei um susto tremendo. Erik: - Foi daqui que pediram um jantar Italiano? Falou esboçando aquele sorriso lindo dele. Meu coração foi a mil, e um turbilhão de coisas passaram pela minha cabeça: Como aquele doido tinha meu endereço? O que ele fazia ali naquela hora? Erik: - E então dorminhoco, não vai me convidar para entrar? (risos) Eu: - Foi mal, entra... mas... não to entendendo nada, como você conseguiu meu endereço e como conseguiu passar pela portaria? Erik: - Isso foi simples – Disse ele já entrando e colocando as sacolas na mesa – Ontem depois do trote na faculdade eu te segui, sabia que um dia teria que aparecer de surpresa aqui, e quanto a subir foi muito mais simples mostrei ao porteiro meu comprovante de matricula, disse a ele que estudava junto contigo e que queria fazer uma surpresa a você porque hoje é seu aniversário ... e aqui estou eu... kkk Eu: - Você é maluco mesmo ... mentir para o porteiro que coisa feia – (risos) Erik: - kkkkk Foi por uma boa causa, não me condene... agora me ajuda a por a mesa, porque o senhor é um tremendo de um folgado. Eu: - Dorminhoco, folgado... ta ficando bagunçada a coisa por aqui né ?! – Disse fingindo estar bravo e indo buscar os pratos e copos. Erik: - kkkk não reclama... ei, nada de copos mocinho . Eu: - Como assim Erik?! Erik: - Não ia deixar você tomar refrigerante num jantar italiano, pra acompanhar uma boa massa ... nada melhor que um bom vinho, e como eu imaginei que você não tivesse em casa, eu já trouxe duas taças kkkkk sou ou não sou um homem precavido? Eu: - Devo admitir que as vezes você manda bem – falei num tom sarcástico. Erik: - Ás vezes? Peraí que essa afirmação está errada... Ele continuou falando várias coisas que eu não prestei muito atenção, na verdade, por mais que eu não quisesse dar o braço a torcer, eu estava maravilhado com aquele gesto dele, ele pensou em cada detalhe, até na sobremesa. A partir deste dia, nunca mais faltaram taças e vinho aqui em casa. Nós jantamos, eu ria muito das piadas dele, depois ele me ajudou com a pouca louça que sobrou e fomos nos sentar na sacada aqui de casa, como eu moro no sétimo andar, a vista e linda. Ficamos por um tempo conversando coisas nada haver, até que ele puxou um assunto mais sério: Erik: - Porque você veio embora sem se despedir? Eu: - Por nada... você estava conversando com a Cínthia sobre a pesquisa de você, e até marcaram de se ver a tarde, eu só não quis atrapalhar... Falei num tom de justificativa, tentando disfarçar o ciúme que eu tinha sentido. Erik: - será que senti uma pontinha de ciúmes nessa história que acabo de ouvir? (risos) Eu: - Ciúmes?! Eu?! Não viaja Erik... Nem tenho motivos para sentir isso... Erik: - Olha bem no fundo dos meus olhos... Ele me virou e me fez ficar cara a cara com ele, olhamos nos olhos em silêncio por um bom tempo, e pela primeira vez, pude sentir o quanto eu me sinto seguro ao lado dele. ...
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