1. Perdendo a inocência com o vizinho negão


    Encontro: 13/09/2017, Categorias: Gays / Homossexual, Autor: oreijek1, Fonte: ContoErotico

    Quando era adolecente totalmente inocente em matéria de sexo. Não sabia bem o era, nem entendia como funcionava. Eu era um garoto dócil, branquinho, bochechas rosadas, ancas largas, um pouco cheinho, bumbum grande e empinado.Num dia, sem mais nem menos, estava no banho e enquanto lavava o rabinho, senti que nasciam uns pelinhos, bem fininhos, na beiradinha do meu cu. Quando senti aquilo, senti também um arrepio no bumbum, meu cuzinho piscou forte, e senti pela primeira vez tesão naquela área. Mas não sabia bem o que fazer com o que estava sentindo.Todos os dias eu saia de casa para comprar pão na única padaria do bairro. Tinha se mudado para o lado dessa padaria, um rapaz negro e grandão de uns 19 anos chamado Doda. Toda vez que me via, Doda fica mexendo comigo, me provocando, debochando.– Oi branquinha! Que bumbum bonito heim!! Todo empinadinho, parece uma menina.Eu passava rápido, com medo, meio assustado, não sabia bem o que pensar sobre aquilo. Quando chegava me casa meu cuzino piscava ao lembrar das provocações.Um dia ele me parou e começou a falar de uma maneira mais delicada.– Oi, tudo bom? desculpa ter mexido com você das outras vezes. Não tenho muitos amigos por aqui. Você quer entrar pra conversar um pouco?Não aceitei. Fiquei desconfiado. Mas nos outros dias que se seguiram ele continuou sendo legal, me chamando pra entrar, sendo bacana. Aí acabei aceitando.– Pode entrar, ele disse. Pode ficar a vontade, não tem ninguém em casa.Eu estava todo duro de nervoso. Não ... sabia ao certo o que ia acontecer, mas tudo me deixava com o coração acelerado.Ele se sentou na minha frente. Seu short largo deixou a mostra seu pênis, enorme, negro, uma cabeça colossal, parecendo um cogumelo. Seus pentelhos eram bem grandes, parecia nunca ter raspado.– Sua bunda é linda, sabia! Parece bunda de menina.– Vou embora, eu falei, nervoso, com medo.– Não vai não, garotinha! Você sabe muito bem o que eu quero. E você quer também, senão não tinha entrado aqui. Quero esse seu cuzinho, essa sua bunda de menina branquinha.Ele ficou na minha frente, barrando a porta. Eu tentei sair mas ele me jogou no sofá.– Não vou te machucar. Só quero ver seu corpo. Tira a roupinha pra mim.Eu obedeci, tirei a roupa e ele ficou louco.– Nossa, que delicia, igual uma menina mesmo. vem cá pertinho.Ele estava sentado no sofá, eu me aproximei. Ele segurou na minha cintura e me girou, colocando meu bumbum virado para seu rosto. Ele segurou minhas popas com suas mãozonas, apertou e afastou pra ver meu cuzinho.– Huuum, que cuzinho rosinha…preguinhas no lugar. Bem grandinho, um cu de um bom tamanho… proporcional ao tamanho do seu popozão.Depois de ficar admirando um pouco, ele enfiou a cara no meu rego. Beijou, passou a língua, até se concentrar no meu cu, onde linguou muito, forçou a língua pra dentro, fez movimentos giratórios. Nesse momento senti um forte calafrio e senti que fosse desmaiar, minhas pernas bambearam por completo.– Vem cá, ajoelha. ele disseE me colocou de joelhos na frete ...
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