1. Tarado num cu, descabacei meu cunhadinho


    Encontro: 12/08/2017, Categorias: sábado, mamada, Punheta, Tesão, sujo, flavinho, serjão, Perdendo a virgindade, tirando a virgindade, Virgindade, Primeira vez, Traição / Corno, pau no cu, Feminilização, feminização, irmão da mulher, irmão da esposa, marido da irmã, irmão da namorada, namorado da irmã, cunhado, Bareback, sem camisinha, Anal, Sexo Anal, cu, tara em cu, Tara, Sodomia, afeminado, viadinho, viado, Novinho, descabaçar, cabacinho, cabaço, Heterossexual, Hétero, Gays / Homossexual, Gays / Homossexual, Autor: André Martins, Fonte: CasadosContos

    Meu nome é Sérgio. Tenho 35 anos, mulato, 1,80 m, 84 Kg e uma barba cheia na cara, aparentemente normal, um cara comum. Nunca tive problemas com minha sexualidade e sempre fui bem resolvido quanto a isso, então me definia como heterossexual, já que, até então, não havia tido relações com nenhum outro cara e nem sentia atração. Mas, tarado como eu sou num bom cu, um dia acabei perdendo completamente a cabeça e todo o resto da piroca, para ser franco. Vim contar a vocês sobre esse dia. Tinha acabado de me arrumar para ir até a empresa, como faço algumas vezes na semana. Tomava um café reforçado na cozinha quando a mulher entrou e me abraçou pelas costas. - Hmmm, bom dia! - ganhei um beijo matinal. - Safada! - dei-lhe um tapa na bunda gorda, por cima da camisola curta que vestia. - Hoje tem mais? Falava da noite passada. Comemoramos meu aniversário na churrascaria com amigos e na cama ela me dera um feliz "analversário" matador, por isso eu tava tomando aquele café grandão. - Depende do que você vai dizer.. - lá vinha merda. Sempre que tinha esse "depende do que vai dizer" vinha merda. - .. quando eu disser que Flavinha vai passar o final de semana aqui. Flavinha era o irmão mais novo dela, um viadinho de 17 anos. Viadinho é minha forma carinhosa de chamar, tinha vários amigos viados e sempre aprendi muito com eles. Até o que era um cu. - E teus pais, não vêm junto não? - debochei. Eu não tinha filhos e não ia querer tomar conta do filho dos outros. Tinha certa implicância com ... meus sogros, que nunca gostaram de mim pelo fato deu trepar com a filha deles, branca, burguesa. Mas acabou que nem levei a birra tão a sério, porque não tinha nada contra o moleque e ele é irmão da mulher. - Não. Vão comemorar o aniversário de casamento na Ilha Grande e ele vai ficar aqui enquanto isso. Tudo bem? - continuou. Fernanda era maravilhosa. A pele clara e os cabelos vermelhos ficavam ainda mais bonitos pela manhã. Ou de repente era pela liberação intensa de hormônios nas duas vezes que a fiz gozar aquela noite, enquanto enterrava o pau em seu cu. Os seios fartos soltos na curta camisola que revelava parte de sua gorda e suculenta bunda. A voz doce e pausada que me dava a certeza de que era o homem mais amado do mundo. - Você pode tudo! - beijei-lhe safadamente. Normalmente não recusava sexo, mas estava atrasado e precisava sair rápido para uma reunião, a rola já dando sinal de vida na calça social. - Preciso ir. De noite você é minha! Safada! Odiava ter que fazer aquilo. Passei toda a segunda-feira com o pau dando surtos e querendo atenção, mas segurei muito a onda pra não bater umas punhetas. Afinal de contas, de noite ia comer rabada. Tolo. Fernanda é aeromoça, viaja internacionalmente. Recentemente, estava cumprindo vários expedientes para antecipar as férias. Nos encontramos só na quarta de manhã, ela chegando de carro e eu saindo de moto, ambos atrasados. Ela viajou de novo. Naquele dia, estava decidido a dar uma boa de uma gozada, mas acabou que peguei no ...
«1234...8»