1. Síndrome de Estocolmo V


    Encontro: 10/08/2017, Categorias: Heterossexual, Oral, Anal, Traição / Corno, Infidelidade, Dominação, Fetiches, Estupro, Autor: jornalista77, Fonte: CasadosContos

    A primeira noite de Sarah e Spider na cama que ela dividia com o marido foi de muita trepação, como esperado. Spider fodeu Sarah o quanto quis e a fez dormir lotada de porra na boceta, no cu, na boca e nos peitos. Spider não economizou esperma e Sarah ficou maravilhada com a potência dele e sua energia para tantas gozadas. Com seu marido, a coisa era muito diferente. Davi matava a esposa de inanição sexual. Pela manhã, Sarah acordou com o despertador, irritando Spider pela hora tão cedo. – Que porra de zoada é essa? – reclamou. – Perdão, amor. Tenho de ir deixar o Jacó na escola - respondeu. – E precisa me acordar pra isso? – continuou reclamando. Sarah lhe deu um beijo e saiu da cama. Spider não conseguiu mais dormir e se levantou fulo da vida. Quando estava nessas condições, somente álcool e uma boa trepada conseguiam acalmá-lo. Foi à cozinha e abriu uma garrafa de cerveja. A tomou quase de uma golada só, mas ainda estava bem nervoso. Abriu uma segunda. Reclamou que Sarah ainda ia demorar e se lembrou de Jéssica, no porão. Ia descarregar um pouco da raiva, lhe dando umas boas porradas. Desceu as escadas só de cueca e entrou no quartinho. Jéssica não estava na cama e Spider viu a porta do pequeno banheiro entreaberta. Se aproximou e a viu nua, tomando banho. Seu cacete endureceu na hora. Jéssica era uma mulher bonita por baixo daquela roupa enorme e frouxa que vestia. Morena, cabelos longos lisos, peitinhos pequenos e bem durinhos, bundinha redonda e bastante apetitosa. ... Spider a olhou de cima a baixo, tirou a cueca e entrou no banheiro acariciando o pau estourando de duro. Ao vê-lo, Jéssica deu um grito de susto e puxou a toalha para cobrir o corpo nu. – O que você está fazendo aqui? – perguntou, tremendo toda. – Irmãzinha, você é um tesão. Não sei pra que usa aquelas roupas de velha se você tem um corpinho delicioso por baixo. Olha só como você me deixou – falou Spider, apontando pro cacete. – Pelo amor de Deus, sai daqui. Se veste. Eu não posso ver essas coisas – pediu Jéssica muito nervosa. – Tá na hora de perder esse cabaço. Sorte a tua que eu to com um puta tesão – falou Spider, puxando a toalha e descobrindo o corpo de Jéssica. Ela começou a chorar e tentou se cobrir com as mãos. – Onde está a Sarah? Por que você não vai transar com ela? Me deixa em paz – pediu. Spider não lhe deu ouvidos e agarrou seu braço, puxando-a pra fora do banheiro. A arrastou de volta pro quarto e a jogou em cima da cama. – Ela saiu e me deixou desse jeito. Você vai resolver meu problema. Chupa meu cacete, piranha – mandou. – Eu nunca fiz isso. Por misericórdia – Jéssica chorava, apavorada. – Já disse que tá na hora de aprender. Abre a boca – falou Spider, segurando a cabeça dela e enfiando sua tora na boquinha. Começou a fodê-la, mas os dentes de Jéssica rasparam a cabeça do cacete e Spider deu um grito de dor e um tabefe forte. – Cuidado com esses dentes, porra. Quer arrancar meu pau? Chupa sem morder ou te encho de porrada – ameaçou. Jéssica viu que não tinha ...
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