1. Virei mulher do padre.


    Encontro: 10/08/2017, Categorias: Traição / Corno, Autor: angelrj6, Fonte: ContoErotico

    Meu nome é Angélica, hoje tenho 29 anos, estou no segundo casamento e sou fascinada por sexo. Mas aqui, vou contar minha fase de adolescente quando morava com meus pais em um sítio onde criávamos porcos e galinhas, que meu pai depois de abater e limpar vendia na cidade para uma cooperativa de feirantes. Meu conhecimento sobre sexo começou ao ver meus pais constantemente trepando, enquanto eu fingia que dormia no único quarto da pequena casa que tínhamos: uma cama de casal e a minha de solteiro que ficava do lado. Eles sempre acharam que eu tinha sono profundo e que não iria acordar se eles fizessem pouco barulho... Desde o início aprendi a ficar numa posição em que eles não percebiam que eu estava de olhos meio abertos. Gostava de ficar vendo meu pai comer minha mãe de quatro sobre a cama, movimentando seu pauzão e minha mãe gemendo baixinho. Estava com dezesseis anos quando comecei a namorar um garoto (Durval) que morava no sítio ao lado do nosso. Estudávamos juntos no colégio municipal na pequena vila do farol (fictício) e quando voltávamos, passávamos por dentro do sítio dele pra atravessar a cerca divisória e chegar na minha casa. Foi ali, tomando todo o cuidado pra ninguém nos ver que começamos aos poucos namorar cada vez com mais intensidade. Em pouco tempo perdi a virgindade e passei a querer ser fodida quase todos os dias... E mesmo Durval gozando em mim, por sorte, não engravidava. Nem podia imaginar que meu pai andava desconfiando, me vendo de vez em quando ... aparecer pelos fundos do sítio. Estava lá, de quatro, sem calcinha e com o vestido levantado olhando Durval tirar seu pinto (pintinho) duro pra fora, quando meu pai aparecendo entre as árvores veio furioso pra cima de nós dois. Durval correu e eu levei uma surra tão grande que fiquei com meu corpo (principalmente a bunda) marcado pelas chibatadas que levei de cinto de coro. Mais o pior foi ser levada pra dentro de casa com meu pai levando minha calcinha da mão e falando pra minha mãe o que eu estava fazendo. Levei mais alguns cascudos, e no dia seguinte minha mãe foi procurar o padre John; um velho de mais de 60 anos. O Padre que pra muitos era um santo parecia ter mais poder na vila do que o delegado e o prefeito. E foi o padre que chamou os pais do Durval e em combinação com os meus resolveram fazer o nosso casamento mesmo com nossa pouca idade. O problema passou a ser onde íamos viver juntos, já que tanto a minha casa como a dois pais de Durval eram bem pequenas. Foi ai que novamente o padre apareceu pra dar a solução. Como a casa paroquial (anexa à igreja) era bem grande, ele decidiu que eu e o Durval poderíamos morar em uma parte (quarto/sala, uma pequena cozinha e também um pequeno banheiro) que seria isolada da casa paroquial onde era sua residência. Além disso, o padre arrumou um emprego pro Durval na cooperativa e, pra que retribuíssemos tudo que ele estava fazendo por nós eu deveria fazer faxina uma vez por semana, na parte onde ele morava. Tudo corria bem, até que ao ...
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