1. Policial corrupto usa a farda para conseguir mulheres VIII


    Encontro: 09/08/2017, Categorias: policial, prostituta, Fetiches, Infidelidade, Traição / Corno, Anal, Oral, Heterossexual, Autor: jornalista77, Fonte: CasadosContos

    “O casal foi embora do motel e César a deixou novamente no museu. Ao chegar em sua sala, Denise ligou para Carol. – Acho que encontrei uma forma de ajudar o César. Vamos nos encontrar amanhã e eu te conto – disse ela”. O trecho foi o final da última parte dessa saga, reproduzido para refrescar a memória de vocês. O plano de Denise era seduzir Rubens e, assim, descobrir alguma transgressão dele. Como ele e Vera haviam terminado, César não poderia mais chegar nele através dela. Denise assumiria esse papel. César, no entanto, não podia saber, ao menos no começo, pois seria contra. Além disso, Vera e ela já haviam se conhecido na casa dele e ela sabia que os dois eram amantes. – E por que você não usa isso a seu favor? – perguntou Carol. Denise não entendeu e ela explicou. – Se aproxima desse tal Rubens, dizendo que foi seduzida e enganada pelo Cesinha. Aposto que ele vai se interessar e querer saber mais. Você joga a isca, ele fisga e pronto. Você entra na vida dele – Denise pensou na ideia de Carol e concordou. Decidiu que colocaria seu plano em prática ainda naquela semana. No dia seguinte, Denise foi à delegacia e perguntou quem era o responsável pelo caso Fantasma. O policial disse que era o detetive Rubens e o apontou para ela. Denise foi até ele. – Com licença... detetive Rubens? Meu nome é Denise Almeida e me disseram que o senhor é o responsável pela investigação da morte de um jovem chamado Fantasma. Posso falar com o senhor? – perguntou ela. Rubens a olhou e se ... levantou de imediato, cumprimentando-a e convidando-a a se sentar. – Por favor. Fique à vontade. A senhora conhecia o Fantasma? – perguntou ele. – De uma certa forma. Ele tentou invadir minha casa uma noite, enquanto meu marido estava viajando, e fez sérias ameaças contra mim e meu filho. Foi horrível – respondeu. – Ele invadiu sua casa? Eu não sabia disso. Sinto muito. Quando aconteceu, dona Denise? – perguntou Rubens. – Por favor, me chame de Denise. Já faz algumas semanas e, pelo que fiquei sabendo, foi pouco antes dele aparecer morto – respondeu. – A senhora... desculpe, você contatou a polícia, fez algum boletim de ocorrência? – perguntou. – Sim, um policial foi até minha casa e pegou meu depoimento. Ele ainda voltou na noite seguinte, mas depois desapareceu e eu fiquei sem informação alguma. Talvez até você o conheça. Era oficial Augusto, César Augusto – informou Denise. Rubens se levantou de sua cadeira e se sentou ao lado dela com essa informação. – César? Tem certeza que esse era o nome dele? – perguntou. – Sim, tenho. Ele, inclusive, se mostrou bem irritado com as ameaças que eu e meu filho sofremos. Disse que eu não me preocupasse, que ele cuidaria de tudo. Por quê? – Denise percebeu que ele tinha mordido a isca. – Você disse que contou tudo a ele, inclusive a descrição do invasor? Então, o desgraçado conhecia o Fantasma e mentiu pra mim. Dona Denise, você não sabe o quanto me ajudou com essa informação. Eu estou investigando a morte do Fantasma e tenho razões para ...
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