1. escravo da esposa em sua propria fantasia - 1


    Encontro: 08/08/2017, Categorias: Heterossexual, Traição / Corno; Traição / Corno; submissão, Autor: narrador, Fonte: CasadosContos

    Ricardo e Priscila formavam um jovem e belo casal. Ele com 33 anos, ela com 30. Ambos bonitos, com corpos que chamavam atenção. Casados a 4 anos, tinham uma boa vida financeira, moradores de uma elegante casa na região metropolitana de uma grande capita e frequentadores das melhores recepções da alta sociedade. Ricardo, apesar de jovem, já era um respeitado advogado que passava pelo menos metade da semana em viagem a trabalho. Priscila era uma química de uma grande indústria farmacêutica que tinha sede na cidade. Após completar seu doutorado foi promovida a um cargo de coordenação de pesquisas na empresa. O casamento ia bem. Era companheiros, mas o sexo nem tanto. Suas transas eram reduzidas a frequências quinzenais com o velho “papai e mamãe”. Durante uma briga, ambos explicitaram a insatisfação quanto ao sexo. Chegaram a conclusão que deveriam ousar mais. Buscar coisas diferentes para reacender a chama dos tempos de namoro, quando transavam várias vezes na semana. Foi ai o começo de tudo. Durante as transas Ricardo trouxe para a relação ideias de múltiplos parceiros e parceiras. Fantasiavam transando com outro casal no ambiente, com Priscila sendo chupada por outra mulher enquanto Ricardo a fodia. Também era frequente a fantasia de outro homem na cama, dominando Priscila junto a Ricardo. A frequência sexual aumentou. A qualidade do sexo também. Porém, com o passar do tempo, talvez por insistência de Ricardo, a fantasia se limitou a outro homem. As vezes, outros homens. ... Ambos se excitavam com isso. Ricardo demonstrava enorme excitação ao imaginar sua bela esposa chupando dois paus ao mesmo tempo, como uma verdadeira vadia. Priscila também. Aquelas fantasias remetiam a sua adolescência onde tinha um sonho frequente de ser possuída por diversos homens, o que sempre a deixava com o tesão a flor da pele. Aos poucos os homens nas fantasias deixaram de ser anônimos e eles fantasiavam pessoas reais, do meio social deles. Priscila tinha um colega de trabalho, subordinado dela que sempre dava indiretas discretas com ela. Ela sempre resistia, mas aquele homem causava certa excitação nela. Seu nome era Pedro. Priscila o achava uma pessoa confiável. Sempre respeitador com as mulheres e com algumas ideias feministas de igualdade. Além disso, Pedro era casado. O que trazia mais segurança de que se algo acontecesse, ele seria discreto. Ricardo e Priscila chegaram a comprar vibradores em formato de pau que eram contextualizados como o terceiro elemento na cama. Enquanto Priscila chupava o consolo, Ricardo a fodia e ambos imaginavam o consolo como realmente outro homem. O consolo foi apelidado pelo casal de Pedro. Pedro virou “figurinha carimbada” nas transas do casal. E Ricardo sempre a questionava se teria coragem de dar para ele. Priscila era furtiva em suas respostas apesar da insistência de Ricardo. Ele fantasiava até mesmo Priscila transando com Pedro sem a sua presença e contando a ele após o coito. Porém, tais assuntos eram limitados ao sexo pessoal ou a ...
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