1. Uma maneira alternativa de pagar uma corrida de Taxi


    Encontro: 19/06/2017, Categorias: sexo no carro, Heterossexual, Autor: MariGrazi, Fonte: CasadosContos

    Era quase uma da tarde, sai do clube e peguei o primeiro taxi que passou, o clube ficava numa área ruim para ônibus, o taxi era a melhor opção para me deixar na metade do caminho para casa. Entrei, estava “fantasiada” de jogadora de vôlei, e o motorista partiu. Ficamos uns cinco minutos em silencio total, até que ele começou a puxar papo, perguntando se eu praticava algum esporte, respondi que era jogadora profissional de vôlei, ele ficou surpreso, disse que não conhecia nada da cena esportiva local, só de futebol, eu dei de ombros. Ele devia ter uns 38 anos, tinha umas tattoos pelo braço, era branco, pelo que deu para ver não era lá muito atlético, mas não era feio nem gordo, só uma barriguinha pouco saliente. Mas, em princípio, não tava muito ligada nele, nem tinha porquê. Pegamos um certo transito no caminho. O percurso em geral dava uns 15 minutos, mas dessa vez seria levaria maior tempo, ele aproveitou para puxar conversa, falou da minha altura, ele mostrava uma certa segurança, não parecia aqueles tios taradões. Falei que tinha 1,82m, ele riu, eu era mais alta do que ele. Ele tinha um papo agradável, e fomos conversando. Eu até esqueci o WhatsApp um instante. Em dado momento ele perguntou se meu namorado era atleta, eu falei que não tinha namorado, ele soltou um sorrisinho sacana e soltou uma graça, perguntando como eu não tinha namorado, mesmo sendo tão bonita... eu ri, e respondi que a oferta era baixa e não tão boa por parte dos homens, ai foi ele que riu. No auge ... da conversa chegamos ao destino, no mesmo instante em que começava a chover fortíssimo... Eu tirei o dinheiro para pagar a corrida, e ele perguntou se eu iria ficar por ali mesmo, com aquela chuva, eu respondi que sim, o que iria fazer? Dali bastava um ônibus para minha casa. Ele perguntou onde eu morava, eu disse o bairro, e ele riu meio sem graça. Eu moro nos confins da cidade, do outro lado em relação ao clube que jogo e treino. Ele disse que poderia me deixar no meio do caminho, eu respondi que não tinha dinheiro para ir até o referido bairro, ele zuou falando que se eu morava naquele bairro era porque tinha grana, visto que é um bairro de classe média, eu respondi que nem sempre estou montada na grana, e já estava acostumada a fazer aquele trajeto. Ele disse que estava indo na direção do meu bairro, mas que iria ficar no meio do caminho, que poderia me deixar. Eu fiquei meio sem graça, mas no fundo achei ótimo, chovia muito e iria economizar uns 15 minutos de viagem, e então seguimos, o transito continuava lento, ele então soltou que existiam outras maneiras de pagar a corrida, eu ri, mas fiquei meio surpresa, e dei uma de sonsa, como assim? Ele riu, e disse que existiam cartões de credito, débito, falando cinicamente. Eu fiquei meio desarmada e ri meio sem graça, mas desafiei, e falei: até parece que você estava falando desse tipo de pagamento alternativo. Ele me olhou fingindo surpresa, eu juro que era isso moça!!! O que mais poderia ser, comentou. Eu já estava no clima ...
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