1. De Patricinha a Puta vulgar


    Encontro: 18/06/2017, Categorias: forçado, semiestrupo, invasão, Anal, Heterossexual, Autor: JOYCINHA-PE, Fonte: CasadosContos

    se for reproduzir esse conto em outro local, por favor referenciar que foi publicado originalmente aqui na casa dos contos e postar o link, para q eu possa ver qualquer repercussão Não sei que horas você esta lendo isso, mas se prepara que a historia vai ser longa, venho acompanhando os contos por isso não gosto de dividir Porém será necessário e agora uma historia real depois de um tempo me sentindo a vontade com os tipos de comentários que vejo acho que estou preparada para compartilhar algumas experiencias que tive. Para me apresentar resolvi contar uma coisa que aconteceu comigo em um feriado prolongado em 2014, espero que curtam, criticas construtivas são bem vindas, e desculpem qualquer erro ortográfico Meu codinome é Joyce, cabelo castanho claro, cerca de 1:70 de altura, me acho bem feita e recebo bastante cantada, então acho q estou certa, Começou numa terça-feira a tarde, na época eu estagiava pela manha e ia para a faculdade em outra cidade a noite, por volta das 2 da tarde meu amigo Lupe (o apelido é feminino mas ele é homem :*) passou na minha casa pra me passar umas musicas, minha casa é térreo e apenas meu quarto e uma salinha ficam no andar superior, e o acesso se dar pela garagem, o que da para chegar sem que o resto da casa, no caso meus pais saibam, mas nesse dia minha mãe estava lavando a calçada quando ele chegou e ela mesma abriu o portal e conduziu-lo ate a escada já que ela sabia que eu estava ocupada, dai veio o primeiro impacto, como ele nao avisou a ... hora q viria nem mamis avisou que ele estava subindo fui pega apenas de calcinha e camisolinha, já da pra imaginar o constrangimento que passei, hoje sou bastante puta, mas antes do Lupe eu só tinha transado com dois homens, ambos após assumir compromisso serio e apenas aquelas transas básicas de papai e mamãe, tedioso não acha? Mas voltando a cena, estou eu la nas vermelha que um tomate, ele com os olhos arregalados e babando, sorte que ele, superficialmente, sempre se mostrou bastante controlado e apenas brincou -cheguei na hora boa em? Eu sem graça disse: -não Afinal nao era o primeiro fora que eu dei nele, mas ele conseguiu que fosse o ultimo, entao disse -Espera ai Corri pra da salinha para o quarto e tirei a camisola e coloquei uma blusa e também por cima da calcinha coloquei uma saia meio que rodada que ia ate o joelho e voltei pra salinha, pra só depois dele falar uma coisa eu me tocar -Sabe que sempre fantasiei com você assim de colegial? Minha saia era de xadrez azul que havia usado em peça de teatro do colégio, e a blusa era branca, ou seja o caminho tava se encaminhando pra tudo que eu não queria naquele momento, nunca havia me interessado por ele, ele mesmo sabe que não é nenhum modelo de beleza, e até aquele dia eu achava que homem peludo seria "anti-higiênico", ou seja, por seguir esses padrões acabei ficando antes com caras mais afeminados que você deve imaginar. O papo esfriou, começamos a passar as musicas do celular dele para o meu e todos os relatórios que ...
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