1. Catarina a Grande. cap.VI


    Encontro: 18/06/2017, Categorias: Lésbicas, Autor: andreiafelina, Fonte: ContoErotico

    demais. Quando foi pagar ficou louca com o valor da factura, quase 2500 reais, seu marido ia descobrir tudo quando conferisse o extracto da conta bancária. Mas isso depois ela explicaria para ele, agora só queria sair dali o quanto antes. Chegada ao carro com vários sacos carregados de objectos eróticos, Kátia saiu e foi abrir a porta traseira para colocar tudo aí. Catarina pousou tudo dento do carro e ia voltar para dentro quando Kátia a obrigou a encostar todos os sacos costas do banco mas sem tirar os pés da calçada. Teve de se debruçar toda e se esticar, sua saia subiu quase até ao nivel de seu cuzinho. Quem estivesse por trás podia contemplar tudo aquilo. Era uma visão deslumbrante. Quando tudo estava arrumado e entrou no carro para voltar a casa, o caminho que aquela mulher tomou era tudo menos o caminho de casa. Andaram uns 30 minutos, quando ao longe uma grande placa anunciava que ali existia um motel, ficou muito nervosa. Mas talvez nao fosse esse o seu destino , mas era mesmo. Kátia entro no perímetro do motel estacionando o carro bem perto da entrada. Chegou na recepção e o moço falou: " estão no quarto 16 ". Kátia mandou as duas segui-la. Chegadas ao quarto 16 bateu na porta e logo um homem enorme e negro recebeu as tres. Entraram e logo ela falou para o negro apontando para Catarina: " é essa aqui. Podem fazer tudo, ela está precisando". E tanto ela como Susana abandonaram o quarto, indo as duas para o quarto ao lado.Começaram a falar umas coisa no seu ouvido, ... se apresentaram e começaram a passar as maos em seu corpo, o de trás, que se apresentou como Valter, colocou as mãos em sua cintura ao mesmo tempo que a pressionava contra ele. O negro se esfregava na sua barriga, não quis dizer seu nome, nesse momento Catarina queria saber onde estavam as outras mulheres, mas nem sombra delas. Os dois diziam que elas a haviam deixado sozinha, e que não ia voltariam mais. Eles começaram a seduzi-la e sugeriram que fossem pra um lugar mais reservado, e nesse sanduíche a levaram até um canto mais reservado do salão, lá havia uma porta que dava pra uma cozinha, que por sinal estava escura e vazia. Entraram ali e o homem negro trancou a porta, ficou assustada mas com uma mistura de tesão também não conseguia reagir, o moreno não saiu de trás dela nem um instante, nisso ele encostou numa parede e pressionava demais seu corpo contra o dele, segurava na sua barriga e a puxava, fazendo sua bunda esfregar naquele volume que naquele momento já estava bem duro. O negro se aproximou e começou a lamber seu pescoço, jogou a cabeça pro alto não resistindo, e de repente sentiu que os botões da sua saia estavam sendo desabotoados, gelou, e tentou impedir que fizesse isso mas o de trás segurou seus braços e disse: "calma gatinha, você não vai se arrepender". Logo a cintura da minha saia se afrouxou e ele começou a puxar pra baixo, como era uma saia bem justa estava difícil de sair. Mas ele se esforçou e tirou por inteiro. Estava Catarina com as pernas de fora, ...