1. Vaginismo – Caso de Familia


    Encontro: 16/06/2017, Categorias: Incesto, Autor: Marujo Guaruja, Fonte: ContoEroticoComBr

    Somos parte de uma família tradicional, religiosa etc. e tal. Em casa, somos em cinco pessoas a saber: Meu pai, um espanhol austero, tradicionalista e cheio de manias e costumes antiquados. Minha mãe, a típica matrona italiana, religiosa e toda moralista. Eu, Mário, na época desse evento, recém formado em engenharia de telecomunicações. De aparência típica latina, do mediterrâneo. Olhos e cabelos negros como todos em casa. Minhas duas irmãs mais jovens que eu, diferenças entre nós de um ano apenas. A Caçula, casou cedo e mudou-se para Barcelona. Carmen a irmã do meio, parecia nunca entabular um namoro firme e consistente .Vivia sempre com aparência infeliz. O assunto sexo em casa é proibido e pecaminoso, repelido a tapas e bofetões. Vivíamos como em clausura, cada um em seu canto e sem muitas intimidades, até que um dia nossos pais foram à Barcelona conhecer o netinho. Pela 1ª vez ficamos sozinhos em casa, eu já com 28 anos e Carmem com 27. Sou chegado a uma boa farra, convidei Carmem para um churrasco na casa de uns amigos. Algo raro de acontecer. Era uma tarde de sábado, pleno inverno , um frio de congelar qualquer desavisado. Nos excedemos um pouquinho no vinho que nos era servido. Nesse embalo retornamos para casa conversando amenidades, lá chegando comecei um interrogatório sobre os relacionamentos dela, porque não firmava namoro com ninguém etc e tal. Ela timidamente me responde que se relacionar com alguém nunca deu muito certo, que os raros namorados que tivera ... sempre terminavam quando as coisas partiam para a intimidade maior. Perplexo perguntei: – Como assim? Quando você vai pra cama, é isso? Muito envergonhada respondeu: – É isso mesmo, termina antes de acontecer alguma coisa. Pera aí mana, vamos deixar de lado palavras educadas e falemos no popular, ok? Quero entender melhor tudo isso, certo? Com os olhos negros mergulhados em lagrimas, respondeu: – Por favor, me envergonho de falar sobre isso, ainda mais com você. É um assunto que me machuca muito e me faz infeliz. – Deixe de frescura, sou teu irmão, quero mais é vê-la feliz e sem culpas. Conta ai o que tá pegando? Por que minhas jabuticabinhas estão mergulhadas em lagrimas? O Frio ambiente estava aumentando, ascendi a lareira enquanto Carmem dirigiu-se ao seu quarto para colocar uma roupa mais confortável e quente. Também fiz o mesmo. Peguei uma garrafa de cognac da adega do velho. Nos aconchegamos sob um cobertor diante da lareira, degustando o cognac, ela então criou coragem e começou a falar. – Lembra mano, quando namorava o seu amigo Flávio? Nós estávamos apaixonados, naquela viagem, que fizemos ao litoral, eu quis me entregar a ele. Foi ai que meu tormento começou. – Como assim, não estou entendendo? Não rolou? – Não mano, não aconteceu nadinha, não consegui me entregar a ele. – Porque? Ficou com medo? Ele não foi carinhoso? Ou o que? – Ah, mano; tenho vergonha do que aconteceu e isso me persegue até hoje. – Pera ai, deixa de frescura e me conte, isso já faz mais de 10 anos. ...
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