1. A riquinha deu carona para o colega pobre e ele a comeu com gosto


    Encontro: 15/06/2017, Categorias: Traição / Corno, Autor: kaplan, Fonte: ContoEroticoComBr

    (escrito por Kaplan) Universidade. Ambiente supostamente democrático, onde ricos e pobres estudam juntos e aquele que possuem mérito são aprovados e seguem carreira. Mas nem tudo acontece dessa forma ideal. Há conflitos, como também há amores. Tomemos o exemplo de Rossana e Valdomiro. Ela, linda, riquíssima, ia com carro esporte importado para a faculdade. Ele, um belo rapaz, chamava a atenção das garotas, mas ia de busão ou a pé, era bem pobre. Quis o destino que eles se sentassem próximos na sala de aula e acabaram fazendo parte do mesmo grupo de trabalho em algumas disciplinas. Para Rossana, que tinha muitos outros interesses na vida – estudar não era um deles – foi ótimo, porque, ao contrário dela, Valdomiro levava muito a sério o curso. Como ela não era boba, entendeu que ficar no grupo com ele seria fundamental para ter boas notas. E foi o que ela fez, desde o primeiro período. Como é natural, acabou que, mesmo com as diferenças sociais, eles conversavam muito e sobre vários assuntos. Ela ficava deveras encantada com a cultura que era demonstrada por ele. Estava até revendo seus conceitos, porque no meio em que ela vivia, sempre consideravam os pobres como incultos, analfabetos… e ela começou a perceber que não era bem assim, não se podia generalizar… O namorado dela vivia ironizando o pobre Valdomiro e ela começou a ficar indignada com isso, deu boas broncas nele. E quanto mais brigava com o namorado, mais simpatizava com o Valdomiro. Um dia, após as aulas, estava ... chovendo e quando ela ia saindo com o carro, viu o Valdomiro no ponto de ônibus. Ficou com pena, parou o carro e o chamou. Ia dar uma carona para ele. Depois de rodar em bairros em que ela nunca tinha ido, nem sabia da existência, chegaram a um local, ele disse que ali estava bom. Ela olhou e só viu lojinhas. – Como assim, onde você mora? – É logo ali… – Logo ali, onde, Valdô? – Ali… disse ele meio constrangido. – Vou deixar você na porta, está chovendo muito. Me fale onde é. – Não precisa, Rossana… aqui já está bom. – Se você não falar onde é eu nunca mais falo com você! – Está bem… segue aí… Ela foi dirigindo por becos estreitos, até parar numa casinha bem simples. Teve uma curiosidade enorme de ver como ele morava, então desceu e falou que ia até a casa com ele. Muito sem graça, ele a levou até lá. Era uma casa muito simples, tinha uma sala e dois quartinhos, um era da mãe dele. Na sala havia um sofá que já fora bonito um dia, mas estava muito velho. Ela se sentou e o puxou para sentar ao lado dela. – Valdô… você é um cara muito sério, estudioso, inteligente. Vou te falar com toda a sinceridade, estou admirada deste local em que você mora. Eu nunca ia pensar que alguém morando aqui, nesse desconforto, fosse capaz de chegar à universidade e tirar notas melhores do que os bem-nascidos, como eu. Admiro muito você, acho você um encanto de pessoa. – Obrigado, Rossana… – Você gosta de mim, Valdô? – Claro, gosto muito, você é a melhor amiga que tenho na faculdade. – Valdô… vou te ...
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