1. CHOREI NO CACETE DELE 4


    Encontro: 15/06/2017, Categorias: foda com negro muito dotado ficou toda arrombada e dolorida, Heterossexual, Autor: Cinthia, Fonte: CasadosContos

    CHOREI NO CACETE DELE 4 Chorei no cacete dele 4 Eu fiquei sem reação. Apesar disso, eu disse: - Você está enganado sobre mim. Só uso roupas assim porque gosto! E ele me interrompeu rindo: - Não precisa mentir tô vendo nos seus olhos que você quer ser a minha putinha. Você não quer que eu faça com você o que fiz com a sua mãe ontem? Fiquei imóvel, sem dizer nada, pois não sabia o que fazer me limitei a abaixar a cabeça, foi então que pegou minha mão e colocou por cima da calça dele e eu não consegui fechar a mão porque aquela tora era muito grossa. Eu soltei e dei um passo pra trás e ele tirou o cassete pra fora da calça e ficou punhetando ele bem devagar, na minha frente enquanto a calça escorregava pelas suas pernas. Meus olhos parados olhando aquela rola enorme, grossa e com um saco muito grande também pendurado por entre as suas coxas, me deixavam ensopada de tesão. Ele vendo que eu não tirava os olhos da sua tora negra me puxou pelo braço e falou: - Coloca essa boquinha nele, vai! Chupa, lambe, beija faz o que você quiser porque ele é todinho seu! Ajoelhei-me na frente dele acariciei mais um pouco o mastro e comecei a passar a língua na cabeçona bem devagarinho lambendo aos poucos, aquele sacão. Subi minha língua de novo e ele gemia de tezão. Fui tentando engolir o cacete dele pedacinho por pedacinho e comecei a sugar bem devagar. Sugando todo, engolindo e tirando da boca, quando chegava à cabeçona sugava com mais vontade, tirava da boca ficava olhando aquele mastro que ... babava de tezão, tornava a engolir, e ele dizia: - Que delicia! Como é bom fuder sua boquinha e gemia cada vez mais alto. Eu também comecei a gemer baixinho igual uma gata no cio. Ele então segurou a minha cabeça e foi fazendo um vai-e-vem com as pernas e começou a entortar os meus lábios atravessando o cacete da minha boca ora para esquerda, ora para direita. Às vezes a cabeça do mastro dele ia até a minha garganta me provocando ânsia e ele tirava, esperava um pouquinho e depois colocava. Sentia o cacete dele todo babado da minha saliva. Por umas duas vezes eu tirei ele da minha boca e segurei com as mãos bem forte tocando uma punheta naquele negócio duro e grosso, mas da última vez ele falou: - Abre a boca e coloca-o ai! Quando acabei de engolir o que dava recebi um jato de porra tão forte que me fez engasgar e só passou quando engoli a porra dele todinha garganta abaixo. Depois ele tirou e foi esfregando sua tora negra no meu rosto deixando ele todo lambuzado de porra. Com a língua eu tentava limpar os cantos da boca, mas nos olhos, no queixo e nas bochechas tive que passar a minha mão. Falei pra ele: - Poxa! Você podia me avisar que ia gozar né? Sujou todo o meu rosto e ainda por cima a minha camiseta! Eu já estava me levantando quando ele levou suas mãos na minha cintura me pegou de jeito, me puxando pra junto do corpo dele e falou: - Para de resmungar, putinha! Gostou da minha porra? Engoliu-a todinha? Pois vá se acostumando que eu só comecei pela tua boca! Ainda tem ...
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