1. Fodida no motel usando espartilho


    Encontro: 14/06/2017, Categorias: crossdresser, Lésbicas, Gays / Homossexual, Autor: Julianna Veiga, Fonte: CasadosContos

    Depois da nossa primeira noite na balada, eu me animei muito com o início dessa vida dupla, e resolvi me entregar de vez. Marquei um novo encontro com o João, mas dessa vez direto no motel, pra podermos nos dedicar a noite toda ao prazer. Poucas horas antes do horário combinado, comecei a produção, e dessa vez apostei em uma lingerie sexy: um corpete preto todo trançado, estilo espartilho, terminando em cinta liga; uma calcinha rendada pequenininha, combinando com o corpete; meia 7/8 arrastão, com uma renda no elástico e lacinhos na frente, e um scarpin meia-pata salto 13 preto. Apertei bem o cordão do corpete, me deixando bem acinturadinha. A sensação era um pouco desconfortável mas o resultado compensava: me senti a própria fêmea fatal. Caprichei na maquiagem, com base, blush rosado, sombra escura, delineador, rímel, e um batom vermelho escuro, em tons um pouco gótica; e por fim minhas unhas estavam feitinhas com um esmalte da mesma cor do batom. Completei o look com brincos de argola prateados grandes e a peruca loira lisa, que é bem comprida e alcança a minha cintura. Bom, como precisava caminhar até o carro dele, não poderia ir só de calcinha, então coloquei uma mini saia xadrez em tons de vermelho, rodada, que escondia a liga e deixava metade das minhas coxas à mostra. Fiz pose no espelho e percebi que nunca havia me sentido tão sexy na vida... virei o bumbum pro espelho, olhei pra trás e tirei umas fotos, fazendo carinha de safada e me empinando. Não via a hora do João ... me ver assim, produzida pra ele. Antes de sair coloquei meus documentos, o kit de maquiagem, um espelinho e o batom numa bolsinha pequena que tenho, carreguei no perfume Dolce & Gabana e esperei a mensagem dele. Quando chegou a mensagem me tremi toda e aquele medinho de sair montada na rua voltou, mas eu fechei os olhos e fui caminhando passo a passo sobre meu saltão, me sentindo gostosa e perigosa. Eu estava começando a me habituar com o gestual feminino, e me sentia cada vez mais natural ao falar mais suave, mexer nos cabelos, e me mover com delicadeza. Entrei no carro e sorri pra ele: me deparei com uma camisa entreaberta, o que me provoca muito, e dei um selinho nele apenas, para não borrar a maquiagem. Ele como da outra vez me elogiou e disse o quanto eu estava linda, e ali vi que compensou cada minuto investido na produção: estava me sentindo uma verdadeira mulher. Durante o caminho, sempre que podia, ele passava a mão pela minha coxa, me chamando de gostosa e dizendo que não via a hora de me possuir por completo. Eu reparei o volume de seu pau crescendo por dentro da calça e logo pus a mão por cima, massageando lentamente. Ao chegar no quarto do motel, eu saí na frente e caminhei rebolando para abrir a porta. Parei em frente à cama, acendi a luz e fiquei de frente pra ele com as mãos na cintura, e disse: -Oi, gato! -Oi, linda - ele respondeu, me pegando pela mão e me fazendo dar uma voltinha na frente dele. Com isso a saia levantou um pouquinho, e resolvi já me livrar ...
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