1. Síndrome de Estocolmo I


    Encontro: 14/06/2017, Categorias: Heterossexual, Submissão, Dominação, Estupro, Fetiches, Oral, Infidelidade, Traição / Corno, Autor: jornalista77, Fonte: CasadosContos

    Calma, sem violência – pediu Sarah. – Escuta aqui, irmãzinha, vou levar teu menino e essa daí pro quarto dele. Tu fala com os cana e dá um jeito deles se mandar daqui. Qualquer gracinha, eu estouro eles dois – ameaçou Spider. Pegou Jacó no colo e puxou Jéssica pela mão até o quarto. Sarah abriu a porta. – Boa tarde, dona Sarah. Sou o delegando Anselmo, da 35ª DP. Podemos conversar um minutinho? – perguntou. – Claro, delegado. Mas, podemos conversar aqui na varanda? Meu marido está viajando e não fica bem eu receber três homens na minha casa – respondeu. O delegado concordou e ficaram na varanda. – Nós estamos investigando um incidente que ocorreu na mercearia do seu Joaquim há dois dias. Um homem foi assassinado e o autor do crime é um foragido das autoridades. A senhora tem alguma informação sobre ele? – perguntou. – Eu, doutor delegado? Como eu poderia ter informação sobre um bandido? – respondeu Sarah, se fazendo de desentendida. – Claro, desculpe. É que o homem que foi morto estava incomodando a senhora, segundo o seu Joaquim. Eu pensei que ele pudesse tê-la procurado – explicou. – Não, senhor. Ninguém me procurou não – mentiu Sarah. – Entendo. Se isso acontecer, me telefone, por favor. Ele é extremamente perigoso. Já matou várias pessoas – disse Anselmo, entregando um cartão a ela. O delegado e os policiais já estavam saindo quando ele parou e se virou. – Mais uma coisa. O seu Joaquim me disse que a senhora estava acompanhada de uma moça, uma empregada sua. Eu poderia ...
    falar com ela? – perguntou. – Infelizmente não, doutor delegado. Ela ficou tão assustada que pediu demissão ontem mesmo e voltou pra casa, no interior – tornou a mentir. Anselmo agradeceu mais uma vez e foi embora. Sarah trancou a porta e foi até o quarto de Jacó. Ao abrir a porta, viu Jéssica presa contra a parede, sangrando no nariz e Spider com o cano da arma dentro da sua boca. – O que é isso? – perguntou assustada. – Ela tentou escapar pra ir falar com os cana. Por muito pouco, eu não apago ela – afirmou Spider. Sarah segurou a arma e olhou pra ele. – Por favor, Spider. Ele já foi. Tá tudo bem agora. Pode soltá-la – pediu. – Num posso não, irmãzinha. Ela me deixou muito nervoso. E, quando eu fico assim, preciso apagar alguém e vai ser ela – disse, engatilhando a pistola. – Spider, eles ainda estão por perto. Se você atirar, vão ouvir o barulho e voltarão. Venha, eu preparo um banho pra você na banheira e acalmo você. Venha comigo – falou Sarah, com uma voz doce e delicada. Spider tirou a arma da boca de Jéssica e a guardou na calça. – Vou deixar ela viva por sua causa, princesa. Mas, to avisando. Ela tá me tirando do sério. Depois que eu sair daqui, ela vai correndo pros cana – disse ele. – Não vai não. Tranque a porta e a deixe aqui – propôs Sarah. Spider trancou e foram ao quarto principal. – Fique aqui que vou encher a banheira pra você – disse Sarah. Spider tirou a roupa e entrou no banheiro logo depois. Sarah estava voltando e parou ao vê-lo entrar. Olhou pra ele nu, ...
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