1. Tiros, incestos e segredos! Parte 8- Apostas em família


    Encontro: 13/06/2017, Categorias: irmão com irmão, irmão, Irmãos, Tio, Coroa, vovô, avô, pai filho e avô, peludo, peludos, Maduro e novinho, Novinho, maduro, Incesto Gays / Homossexual, em família, Incesto, Filho e Pai, Pai e Filho, serie, Gays / Homossexual, Gays / Homossexual, Autor: Pequeno Édipo, Fonte: CasadosContos

    Eu e papai continuávamos nus na cachoeira, e eu ouvia sem piscar seu relato quente envolvendo meu pai, meu tio e meu avô. E meu pai seguiu contando sua história. “-Quando meu pai propôs apostarmos os cus na luta, eu e meu irmão gelamos, não conseguíamos acreditar no que papai estava propondo, mas também era inacreditável que dois garotões sarados de 18 anos perdessem para um senhor de 50. “-Que vença o melhor!” entoamos e partimos para cima do papai, que, rápido, deu uma rasteira no meu irmão o derrubando de bruços, e já colocando o joelho sobre suas costas para imobiliza-lo, eu até tentei uma chave de perna mas papai agarrou minha coxa e encaixando uma gravata no meu pescoço me prendendo no seu peitoral peludo. “-É molecada, vocês vão ter que entrar na lenha!” avisou ele, rindo e dando dois fortes tapas em nossas bundas. “-Podem começar pelo meu primeiro prêmio, a chupada, ajoelhados, os dois.” Disse papai rindo e desfazendo o nó do cordão da sunga. Não éramos doidos de negar a aposta ao coronel Ávila. Nos ajoelhamos rendidos, papai se postou na nossa frente com aquela malona pesada bem na nossa cara. Seu avô catou a gente pelas nucas e começou a esfregar nossos rostos naquele volumão. Sentíamos seu cacetão quente endurecendo contra nosso rosto. “-Hora de mamar filhões!” Com as mãos tremendo, abaixamos a sunga dele e aquela rolona pulou na nossa cara. Nunca tínhamos visto aquela jiboia veiúda a meia bomba, era ainda maior, cabia a minha mão e a do seu tio. Respirei fundo e ... pus a boca naquela tora, sentindo o gosto do membro do meu pai. Com as mãos na noss nuca, seu avô direcionava nossas bocas, fazia agente chupar seu cacetão o mais fundo que pudéssemos, lamber seu saco, colocava cada um para chupar uma bola, depois subir com a língua, lambendo sua virilha peluda, seu caralhão veiúdo, ele descia suas mãozonas pelas nossas costas e apertava nossas bundas, arreava nossas sungas e entrava com os dedos pelos nossos regos, estava com fome de cu. Não demorou para papai ficar de pau duro, quando vimos o tamanho daquele mastro, eu e meu irmão ficamos boquiabertos, 24 cm de pica! Ele mandou que tirássemos as sungas, e nos levantássemos. “-Bora meninos, vocês ainda tema segunda parte dessa aposta pra pagar!” dizia papai rindo e batendo seu mastro na palma da mão. Ele nos pegou pelos ombros, já peladinhos, nos guiando para dentro da casa, observava nossas bundas como um predador. “-Porra, que bundinhas em, eu fiz bem” disse ele rindo e dando um tapa tão forte nas nossas bundas que perdemos o equilíbrio. Nos sentíamos dois boizinhos indo para o abate. Seu avô nos levou para o quarto dele. “-Não vou mentir não filhos, com o tesão acumulado que o papai tá, vocês vão sofrer um pouquinho.” Nos deitou na sua cama enquanto tirava sua sunga, ficando peladão, nos colocou deitados na beirada da cama, lado a lado. Colocou o pézão 46 dele, bem ao lado da minha cara, “-Abre a boca Lucas” ordenou enquanto segurava seu mastro, obedeci e ele enterrou sua tora na minha ...
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