1. Ele premiava os funcionários com sexo da esposa


    Encontro: 12/06/2017, Categorias: Traição / Corno, Autor: kaplan, Fonte: ContoEroticoComBr

    (escrito por Kaplan) Acredito que Pascoal era o patrão que todo funcionário desejava. Não que ele pagasse os melhores salários da cidade, mas por causa dos “bônus” com que ele premiava os “funcionários do mês”. Era algo inacreditável, mas que ele determinava: se alguém comentasse, ia pra rua na mesma hora. Era algo a ser mantido em segredo. Claro que não era e ele sabia que não seria. Mas era uma forma de motivar seus empregados a trabalharem dobrado, pois todos queriam ser o “funcionário do mês” para merecer o tal “bônus”: nada mais nada menos do que uma noite com a bela loura esposa do Pascoal, a Fabíola, num motel, tudo pago pelo generoso patrão. Um desses funcionários era meu amigo e me contou o que rolava. Chamava-se Jarbas e coube a ele ganhar o tão disputado título de “funcionário do mês”. Naquela tarde, ao fim do expediente, o senhor Pascoal reuniu os cerca de 20 trabalhadores e anunciou que Jarbas tinha sido escolhido. Deu a ele um diploma, tiraram uma fotografia para colocar no mural que havia na entrada e que depois ele levaria para casa. Sabedores do que iria acontecer, os funcionários que já tinham recebido aquela distinção levavam os outros embora. E Jarbas foi, com o seu Pascoal, ao encontro da Fabíola. Ele levou o Jarbas até seu apartamento, ele ficou conhecendo a Fabíola e logo ela o puxou pela mão e o levou ao motel. Vendo que ele estava meio inibido, ela foi logo entregando o jogo. – Olha, não se intimide. Eu era garota de programa que tive a sorte de ... encontrar um salvador, o Pascoal. Me tirou da vida, casou comigo, me dá tudo que quero e só me pede uma vez por mês para eu fazer de conta que ainda sou garota de programa. Passo algumas horas com os funcionários do mês, depois os deixo em casa. E vou para casa e conto tudo pra ele que, em seguida, me come maravilhosamente bem. Relaxa, portanto, e vamos curtir. Entendendo a jogada, Jarbas resolveu participar ativamente. Olhou bem para ela. Era uma linda mulher, devia ter uns 35 anos, loura, não muito magra. Pernas compridas, pois ele as viu já que ela estava de shortinho. Bumbum parecia bem durinho quando ela andava. – O que você gosta de fazer, Jarbas? Melhor, me diga: você é casado? – Sim, sou. – Ótimo, então faça de conta que sou sua mulher, faça comigo o que você gosta de fazer com ela. – Ok. Tirou a camisa e chegou até onde ela estava, segurou-a pelos cabelos, firme, mas carinhosamente e deu-lhe um beijo. Gostou que ela correspondeu e então beijos furiosos aconteceram entre eles. A blusa que ela usava foi tirada, assim como o sutiã e ele pegou nos seios dela, mamou neles, beijou-os, lambeu-os. Foi descendo com os beijos, passando pela barriga lisinha dela, tirou o shortinho, a calcinha, viu uma bela bucetinha peluda que lambeu e enfiou a língua dentro dela, depois um dedo, mais um, fez movimentos de vai e vem com os dedos. Fabíola sentiu que aquele funcionário era diferente. Os outros eram bem machistas, que sempre buscavam o prazer deles. Jarbas não, estava procurando dar ...
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