1. Casal fetichista envolve casadinha em seus jogos sexuais I


    Encontro: 12/06/2017, Categorias: Oral, Anal, Fetiches, Voyeur, Lésbicas, ménage, Grupal, Heterossexual, Autor: jornalista77, Fonte: CasadosContos

    Não foi fácil para Carolina explicar ao marido o que ela fazia na varanda do apartamento, no meio da madrugada, e se masturbando, ainda por cima. Sim porque Jorge Henrique sentiu o cheiro na mão da esposa e viu sua calcinha molhada. – Você não quis transar comigo porque disse que estava cansada e vai se masturbar na varanda? – perguntou ele. Carolina não soube responder e apenas pediu para conversarem outro dia. Jorge voltou pra cama, bastante irritado e não mais se falaram àquela noite. O silêncio se repetiu na manhã seguinte e, pior pra ela, foi o zero de movimentação no apartamento de Rafael e Sonia. Por três dias inteiros, ela não viu nenhum dos dois e não houve nenhuma atividade sexual para ela assistir. Boa parte dessas 72 horas foi passada com as cortinas fechadas e nada, absolutamente, nada. Carolina ficou extremamente decepcionada, louca para sentir os novos e esfuziantes prazeres que aprendera a ter e não podia. O jeito foi tentar se dedicar a outras atividades caseiras e tentar consertar a bobagem que fizera com o marido. Na manhã do quarto dia, Carolina foi ao supermercado comprar os ingredientes para um pavê, o doce preferido de Jorge Henrique. Voltou para casa próximo da hora do almoço. Parou o carro na garagem e, enquanto cruzava o condomínio, esbarrou numa jovem que saía da área da piscina. – Opa, desculpa. Não vi você – falou, ajudando Carolina a recolher suas coisas no chão. A jovem era Sonia, vestida em um biquíni cortininha estampado, muito bonito e que ... deixava suas curvas ainda mais atraentes e apetitosas. Carolina só a reconheceu quando ela se ajoelhou, ao seu lado, para ajudá-la a recolher os produtos. – Você? – reagiu, espantada. – Oi. Você me conhece? – perguntou Sonia, sorrindo. – Ahn? Não, claro que não – disfarçou a esposa de Jorge Henrique. Terminaram de recolher tudo e Sonia se ofereceu para ajudá-la a levar pra casa. Carolina recusou, mas ela insistiu. – Por favor, deixa. Eu te derrubei, quase te machuco, espalhei todas as suas coisas. Deixa eu me redimir – pediu. Carolina cedeu e aceitou a oferta, até porque os pacotes estavam pesados e dividi-los com outra pessoa era uma ótima ideia. Chegaram ao apartamento e colocaram as sacolas na mesa da cozinha. Sonia elogiou a decoração, dizendo que era muito bonita. – Obrigada, mas o mérito vai pra minha sogra. Foi ela quem fez quase tudo – admitiu Carolina. As duas foram à sala e à famosa varanda, onde Sonia percebeu que poderia ver seu apartamento. – Ei, eu moro ali. Vem cá, vem ver meu marido – chamou. Carolina se aproximou, fingindo surpresa. – Você mora aí em frente? Que coincidência – falou. – E num é? Coisa doida. Dá pra ver tudo lá de casa e daqui também - disse Sônia com um sorriso. Carolina corou, pois se lembrou de TUDO o que ela vira do apartamento de Sônia. - Aqui, você não vai ver nada. Passo o dia sozinha, meu marido só chega à noite. Tem nem graça olhar pra cá - afirmou Carolina com ar triste. - Se você passa tanto tempo sem fazer nada, por que nunca te vejo ...
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