1. UM CONVITE INUSITADO


    Encontro: 11/06/2017, Categorias: Dominação, Masturbação, Oral, Sexo Anal, Heterossexual, Autor: O BEM AMADO, Fonte: CasadosContos

    Creio que todos concordem que, via de regra, os convites à traição partem dos machos …, não que isso seja alguma espécie de regra implícita, porém é o senso comum. Por esta razão, eu levei um susto ao passar por uma experiência onde o convite foi feito a mim e partiu de uma mulher sedutora e bonita, me deixando em uma situação, no mínimo, incomum. Isso aconteceu em uma manhã de sábado, mas foi antecedido por uma sequência de encontros e olhares que não vou perder tempo em contar, já que o que realmente interessa é como todas essa cadeia de eventos redundou no que aconteceria naquela manhã de início de fim de semana. Eu deixara meu carro em uma praça próxima de uma grande avenida onde, do outro lado, há um supermercado que costumo frequentar. Fiz isso porque detesto o estacionamento desse supermercado, e como a distância é pequena e de fácil acesso, sempre que vou a ele fazer pequenas compras, opto por deixar o carro nesse local. Eu estava retornando das compras e chegando em meu carro quando um outro veículo parou ao lado dele e o condutor (ou melhor, condutora, como vim a constatar depois), iniciou os procedimentos para fazer uma baliza, que, aliás, foi realizada com incrível destreza e precisão. Depois de desligar o motor, a porta se abriu e uma linda loira madura saltou de seu interior, exibindo sua beleza, elegância a sensualidade. Mesmo vestindo jeans, uma camisa de seda e saltos altos, a loira tinha um ar e uma postura, elegantes, o que contrastava com seu sorriso ... jovial e convidativo. Ela olhou para seu veículo e depois de fechar a porta, elogiou sua manobra. -Viu só …, uma loira com mais de cinquenta que faz uma baliza perfeita como essa merece tomar uma cerveja, você não acha? -Claro que sim! – respondi sorrindo para ela – E digo mais: uma loira bonita e charmosa com toda essa habilidade merece que um cavalheiro lhe pague, pelo menos, a primeira cerveja …, isto é, se você concordar? -Neste caso, não concordo! – respondeu ela, sem grosseria – Ninguém paga bebida para mim, mas, se você quiser, posso pagar uma para você. -Agradeço, de qualquer modo – respondi com um sorriso discreto – Sou abstêmio, mas, fico honrado com o convite. -Você é quem sabe, bonitão – respondeu ela sem alarde – Se quiser posso lhe pagar um café, que tal? Sorri e aceitei. Atravessamos a rua, onde há um barzinho daqueles especializados em cerveja, cachaça e salgadinho amanhecido. Nos sentamos em uma mesinha na calçada, e a loira tratou logo de pedir uma gelada para ela e um café para mim. Sorvi a bebida requentada, enquanto conversava com ela. Fiquei sabendo que seu nome era Lúcia, que era advogada e que morava nas imediações. Lúcia parecia ser uma pessoa de bem com a vida, alegre e desinibida. Tinha um sorriso fácil e uma resposta ferina na ponta da língua …, enfim, era uma mulher muito excitante. Conversamos um pouco e depois de terminar o café, agradeci e disse que precisava ir. -Hum, entendi – comentou ela, em tom jocoso – A rédea é curta e a coleira apertada, não ...
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