1. D - No sítio com o marrento do terceiro ano, o irmão e o pai


    Encontro: 11/06/2017, Categorias: terceiro ano, Ménage a trois, Menage a trois, Menage, grand finale, clímax, Final, Submissão, Putaria, cheiro, POSSE, Possessividade, Briga, Ciúmes, ciúme, Sodomia, adultério, sem camisinha, Bareback, Dupla penetração, sítio, casa de praia, Viagem, ensino médio, Férias, adolescência, puberdade, LADO D, roupa, playboy, armação, Álcool, churrasco, cerveja, sol, calor, Irmão Gêmeo, gêmeo, sunga, Reviravolta, Traição / Corno, beijo grego, cunete, Família, Pai de Amigos, bebida, bêbado, Oral, Oral, Gays / Homossexual, Gays / Homossexual, Autor: André Martins, Fonte: CasadosContos

    Naquele momento, senti que estava num clima ideal pra tomar alguma atitude com o Carlos, pai dos gêmeos que andaram me sentando as varas. Ali, somente nós dois na piscina, sob uma noite cheia de estrelas e com um calor absurdo, conversamos ininterruptamente durante muito tempo. Enquanto ele bebia mais cerveja e eu o acompanhava, entendia mais um pouco sobre o funcionamento daquela família, que era o que queria desde o começo. Óbvio que ia tirar o máximo de casquinhas o quanto pudesse, afinal de contas ainda estava irritado por causa de toda aquela armação do Gabriel e do puto do Jonas. Com a voz bêbada, mas ainda assim doce e serena, Carlos explicou que os filhos pareciam com ele na juventude: imponentes, marrentos e apressados. - Gabriel ficou mais rebelde depois do colégio, Marcinho. O Jonas sempre foi assim, desde pequeno. - Nossa, imagina ele pequeno? - ri. Ele contou uma incrível história de como não sabiam de que se tratava de uma gestação de gêmeos quando descobriu que a esposa estava grávida. O que eles e o próprio médico pensavam ser um feto enorme crescendo em seu ventre, na verdade era um par de garotos. Contou que tiveram que mudar vários planos, inclusive a compra do enxoval pra se adaptarem à chegada repentina de outro bebê em suas vidas. Talvez por isso Jonas fosse meio revoltado. Conversávamos ainda na piscina, encostados na borda, lado a lado. Depois de um tempo, o assunto morreu e entramos em silêncio. Eu olhava pro seu braço forte e moreno, seguindo com ... os olhos pelo peitoral com pelos, onde a água batia. O pescoço robusto e o cordão de prata me lembraram de como sua mulher sussurrou-lhe nos ouvidos mais cedo, me deixando doido pra morder a orelha daquele coroa gostoso. Quando me dei conta que o safado tava me olhando, fiquei sem graça e ele sorriu calmo, com o semblante firme. - Sabe, Marcinho.. - interrompeu o silêncio. - Diga, tio. Ele deu uma risada e continuou. - Eu sou hétero, Marcinho. Não sei o que esses moleques aprontam, mas já tive a idade deles. Comecei a ficar sem graça. Então o coroa sabia que eu tava dando pros filhos deles, imagina o que não devia pensar de mim? Ainda por cima se afirmava hétero. Ele percebeu que fiquei tímido, mas continuou falando. - Eu sei que na sua idade a gente quer experimentar o mundo e não tem nada de errado nisso. Mas tem que tomar cuidado com as pessoas. - Eu tomo, tio Carlos. Aplicou-me um soco fraco no ombro, brincando comigo e me deu um abraço meio bêbado. - Gosto de tu, moleque! Vem cá! Estar em contato com seu corpo me deixou aflito por dentro, podia sentir até o cu piscar. Mas não durou muito e logo voltamos ao normal. Rindo, ele continuou falando. - Sempre que quiser saber de alguma coisa pode vim me perguntar, Marcinho. Não tava entendendo direito, mas tava gostando daquela liberdade. Decidi entrar então no seu jogo. - Você malha, tio? Ele levou os braços pra trás da cabeça, forçando os músculos e revelando os sovacos peludos. - Pego uns pesos! Tá bom assim? Fiquei sem ...
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